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sexta-feira, 10 de julho de 2015
Uma volta no hospital!
Dia 3 desse mês, na sexta passada, fomos atuar novamente... Dessa vez foi no décimo andar EEEE foi o trio COMPLETO! uHUUUUl. Em tese era para ser uma atuação apenas no décimo andar, mas acabamos fazendo um tour em todo o hospital, ajudando uma acompanhante perdida. Infelizmente, não conseguimos achar a mãe dela. Mas tentamos! A atuação foi ótima, passamos quaaaatro hooooras inteeeeiras correndo para lá e para cá! Vários jogos bons, uma das melhores atuações desse semestre sem sombra de dúvidas! Foi massa! :D
5a vez na onco!
Nossas atuações nesse período foram sem trio! Primeiro eu e Pandolfo, depois eu e Martina e agora eu e Pandolfo novamente! Encontramos, dessa vez, o Sr sorridente, novamente! Mas Preta, sua esposa, não estava por lá. No dia anterior à essa atuação, houve uma festa de são joão no setor e infelizmente nós perdemos :((( mas uma senhora super chique, num vestido verde, tinha tudo gravadinho no celular para nos mostrar! Tinha música ambiente nesse dia, e apesar de não saber dançar, Telminha ainda se divertiu tentando. Conhecemos pessoas novas, inclusive Juliana (cadê meu óculos? Ninguém sai!)...
Ouvimos falar de algum palhaço bonito que se casou há dois anos com a moça de Surubim. Mas, quem é esse tal de palhaço bonito? Disseram ter fotos, mas estas nunca apareceram para nós!
Como sempre, a ida na onco é bem divertida e acolhedora...
Ouvimos falar de algum palhaço bonito que se casou há dois anos com a moça de Surubim. Mas, quem é esse tal de palhaço bonito? Disseram ter fotos, mas estas nunca apareceram para nós!
Como sempre, a ida na onco é bem divertida e acolhedora...
4a vez na onco!
Na ida anterior a onco, fomos apenas eu e Pandolfo. Desta vez, fomos eu e Martina! E todo mundo que a gente encontrava perguntava por Pandolfo... Fomos totalmente desprezadas :( só queriam saber dele! De qualquer forma, ainda conseguimos arrumar um casamento para Preta e um rapaz sorridente... Que tinha posses! Ah, que Preta sortuda! :P No mais, não lembro tão bem da atuação. :$ to um pooooouco atrasada nas postagens, hehe. Mas é isso :)
segunda-feira, 25 de maio de 2015
Atuação no 7º
Para falar a verdade, não lembro muito bem da atuação, pois faz quase uma semana já. Lembro que foi no sétimo andar e eu, Martina e Pandolfo chegamos a encontrar por lá uma tal de Miroca, de jaleco e tudo. Lembro que não pudemos entrar em vários quartos porque alguns pacientes tinham baixa imunidade, mas ainda assim os encontramos da porta do quarto. Pandolfo queria descolar um casamento, já que uma dupla anterior tinha ido lá e Caquito Grilo tinha se casado com a Dra Ana. Mas não deu dessa vez. Inclusive, Dra Ana reclamou de seu marido nunca mais ter aparecido. "Casa e some". Lembro de interagirmos com uma paciente que não conseguia falar. Foi uma atuação bem rica, na minha opinião. Gostei muito :)
sábado, 16 de maio de 2015
Onco de novo :)
Eu estive mais uma vez na onco no dia 5 de maio, dessa vez infelizmente sem a nossa companheira Martina Mandacaru. Apenas eu e Pandolfo fomos. Foi uma atuação bem interessante e jogamos com todos naquele local. Não tenho muitos detalhes para falar sobre a atuação, porque já faz um tempinho dela... mas foi ótima.
domingo, 19 de abril de 2015
Segunda vez na onco!
Atuação do dia 14/04
O que me faltou na primeira vez que fui na onco, eu tive dessa segunda vez! Estava, de verdade, com muita energia para ser liberada ali... Minha energia caiu >bastante< quando saímos da área dos pacientes para falar com os familiares que aguardavam do lado de fora. Entretanto, tive a oportunidade de conversar (lá fora) com uma paciente que foi a primeira com quem conversamos, e a primeira que jogou comigo ~falando do meu nariz, e dizendo que eu devia fazer uma plástica!~. Ali fora não teve muito jogo; foi pura e simples conversa jogada fora!
Não recordo de muitos pontos em que eu possa entrar em detalhe, pois passamos pouco tempo dessa vez...
Quando terminamos a atuação, eu saí um pouco antes de Caio e Tutu, mas ~obviamente~ fui reconhecida (meu cabelo me denuncia), dei um sorrizinho e saí de fininho, e ouvi uma mulher falando para outra que eu era muito lindinha, então ganhei meu dia! kkkkkkkkkk depois de tantos xingamentos num dia só (quando vestida de palhaça), um único elogio pôs todos os xingamentos no lixo! :P
Festival de olhares e encontros!
Dia 7 de abril é o dia do aniversário da pessoa por trás de Telminha, e não havia presente melhor do que começar o dia atuando na pediatria.
Para falar a verdade, eu comecei o dia preocupada (justamente porque era pediatria). Isso porque eu teria um dia muito cheio, e visto que minha coluna não é das melhores palhaças, eu imaginei que podia não aguentar o pique da pediatria e ter que voltar para casa após a atuação. Não foi o caso! (UFA!). Na verdade, a atuação me surpreendeu!
Diferente de todas as atuações que já tive na pediatria, a maioria dos pacientes eram bebês (acho que apenas 3 eram crianças maiores, mas dentre esses 3, um estava antenado e preso no videogame e um segundo apesar de entender o que falávamos, ele não conseguia interagir tanto conosco).
E o que você faz com bebês? Aperta as bochechas, pega no braço e corre pra casa??! Nãããao! Bem que podia ser assim! Era o que Telminha queria! Levar todos aqueles bebês para minha casa! Tive que me contentar em trazê-los apenas na memória e no coração. Foram tantos olhares e tantos sorrisos! E o melhor: nenhum espanto! Todos pareciam ter nos amado e se divertido conosco -juntos-.
Primeira atuação com o TRIO!
Cheguei atrasadinha, mas escreverei meus diários sim! :D
Dia 24 de março, fomos eu, Martina Mandacaru e Pandolfo Bufaflor atuar no setor da onco. Era um novo setor e novos MCM's me acompanhando! Era tudo muito novo e fazia um bom tempo que eu havia atuado, então fui uma palhaça de poucas palavras e acredito que não dei o melhor de mim. Até uma paciente chegou a dizer que eu falava pouco, o que me deixou também um pouco desconfortável.
Apesar disso, fiquei muito feliz em ter conhecido a atuação na onco: nunca tinha ido e sempre quis conhecer! Tivemos bons encontros naquele dia e chegamos a conhecer histórias muito bonitas :) Duas delas, também já citadas pelos meus MCM's, foram as que me marcaram mais:
1. uma mulher, que apesar de ter sofrido violência doméstica, conseguiu dar a volta por cima na vida e casar-se com um homem "tudo de bom", a quem ela se referia como docinho, e ser realmente feliz com ele; um homem que a amava e respeitava e lhe enchia de carinho acima de tudo - e o melhor: manteve-se ao seu lado mesmo nos momentos de dor.
2. um senhor de 96 anos, que apesar da idade, não deixava de celebrar a vida, de cuidar e amar a família e ainda dar atenção para 3 palhacinhos que chegaram cheios de expectativas de alegrá-lo, quando, na verdade, ele é quem nos encheu de amor! Foi um dos maiores presentes do dia, para mim, ter conhecido esse senhor!
É isso, até o próximo diário ~daqui a pouquinho hehe~
domingo, 8 de fevereiro de 2015
Começando o ano com PEDireito
Estou me sentindo uma palhaça muito relapsa. Esqueci de postar a semana passada. Peço perdão aos meus queridos coordenadores, as últimas semanas têm sido muito turbulentas. Então, venho hoje falar sobre minha última atuação, na pediatria, dia 26 de janeiro (segunda-feira).
Conseguir encontrar uma pessoa surda, mesmo tendo esquecido ~quase tudo~de libras que eu já aprendi na vida, foi fantástico. Não lembro qual foi a comunicação, mas lembro de explicar em gestos ou ações o que estávamos falando ao filho dela. Algo sobre aviões ou carros. E ela entendeu e riu muito. Infelizmente ela depois se isolou ao celular, para usar o facebook, e prosseguimos brincando com o filho dela. Foi ótimo, de verdade. Um menino lindo, inteligente e cheio de graça.
Acho que quase todos os jogos colaram nesse dia (exceto por um rapazinho que não quis nem nos dizer seu nome).
Em outro quarto, um grupo enorme de médicos e estudantes entrou na sala enquanto estávamos atuando, e tivemos que depois de um tempo sair dali, mas genialmente, meu MCM Tonico Acochador utilizou das coisas que ouvimos durante a consulta do mocinho, para usar de brincadeira. E sim, aquele rapazinho que teve que marchar em frente aos médicos, tornou-se para nós um modelo e começou a treinar-nos. ZERO. Era sempre essa nossa nota. Chegamos com muito sacrifício ao 10, mas depois retornamos ao zero. Até quando saímos sem nossas roupas de palhaço, ouvimos o rapazinho dizendo: ZEROOOOOO.... hahahahah
Outro mocinho muito inocente, acreditou na tal mágica do nariz. E aí eu me tornei uma mágica profissional. Conseguia mudar a cor do cabelo dele, do olho, do nariz, etc. Ele queria ficar com o cabelo loiro, mas a mãe não deixou. Foi engraçado ver que ele REALMENTE acreditou que as cores estavam mudando, e em certo momento, pediu para que retornassemos ele ao normal. A mãe sempre confirmava que nossa mágica deu certo. E deu! A mágica do encanto, da fantasia, daquela pequena criança, deu certo! E que continue tão puro de coração assim :)
Não me recordo mais do nome dos rapazinhos (sim, a maioria eram meninos, se não todos)... mas todos eles marcaram meu coração. Principalmente o que acreditou na nossa mágica. Essa pureza é o que me faz feliz nas atuações!
Tivemos que terminar cedo, forcei a barra ~infelizmente~ com meu MCM para sairmos, e essa foi uma de nossas atuações mais curtas. Infelizmente eu tinha prova no dia seguinte e estava com dor na coluna, e isso estava baixando minha energia, e eu não queria estragar isso que estava indo tão bem.
Foi bom voltar a atuar. Encheu meu coração de esperança, mais uma vez!
domingo, 14 de dezembro de 2014
Tetinhas do amor!
Calma, calma! Não vimos as tetinhas de ninguém (dessa vez). O nome é em homenagem a Sebastiana Tetinha, que nos acompanhou nessa aventura enchendo nossa atuação de amor, criatividade e risadas! Mais uma vez em trio e mais uma vez no décimo andar, a atuação que era para durar duas horas, durou quatro horas de puro sorriso.
Que late, ou que não late! Não importa. O importante é que a boca esteja toda "ourinada". O trabalho da gente é muito bonito: Sebastiana faz nuvenzinhas em quaisquer formato que sejam; tudo depende de uma alimentação de qualidade. Contamos nesse andar com a presença de Vanessa Camargo, Zezé Di Camargo, Anitta, Pierce (?), um japonês milionário, uma árvore de natal / pisca-pisca, um jogador de futebol, uma dançarina, um candidato a deputado e muitos outros famosos... Dançamos o "txatiti, txalulu, txatiti, txalulu...". Descobrimos de Tonico tem um "cacete". E que Sebastiana, uma "macaquita". Ganhamos calcinhas, cuecas e pinicos de ouro.
Essa atuação foi realmente iluminada. Entramos em vários quartos em que, por um momento, pensei que não conseguiríamos sair de situações desconfortáveis, mas vimos que mesmo rodeados de sofrimento, conseguimos trazer sorrisos e fazer muitas pessoas entrarem no nosso jogo.
Sorrisos, sorrisos, sorrisos.
Sorrisos.
Reposição: post atrasado, mas foi!
Pois é, faz mais de duas semanas, que fomos eu (Telma), Tonico e Plínio atuar juntinhos e repor nossas faltas. Foi uma segunda-feira, dia 24. Era a segunda vez que estava atuando em trio e foi uma experiência interessante, pois tínhamos agora mais uma pessoa para nos ajudar nos momentos de merda hehe. Para ser sincera, apenas lembro de flashes da atuação, já que faz um bom tempo. Lembro que Martina, MCM de Plínio, apesar de não estar de corpo presente, estava em todos os quartos conosco! Como eu já havia atuado com Martina e Plínio naquele setor, encontramos com um senhor que chamou Martina de "Filó"; ele perguntou por ela! E disse que teria alta naquele dia. Lembro que conhecemos mais de um casal encantador.
Ahhh, lembro que assim quando chegamos para trocar de roupa lá, uma outra enfermeira não deixou nossa amiga London nos dar a chave do quartinho! E ela disse: tem um lugar melhor pra vocês. E Matheus, que não conhecia o quartinho, "Olha aí! Um lugar melhor! Então vamos pro lugar melhor", jurando que seria mesmo... E a enfermeira nos mandou para um banheiro que mal cabia uma pessoa, quanto mais 3! kkkkkkkkkkkk Pedimos outro lugar, e fomos para um banheiro que não tinha tranca, mas pelo menos tinha divisória. Tava alagado e sem luz, mas fazer o que né? Nem tudo é perfeito kkkkk
Apesar de termos começado assim, foi bem divertida a atuação.
É isso, tudo o que eu lembro!
sábado, 15 de novembro de 2014
Chave de ouro
Essa sexta-feira foi cheia de expectativas! Pela primeira vez iria atuar sem o meu MCM, Tonico Acochador. Fui de intrusa na atuação de Plínio Longilíneo e Martina Mandacaru! Além de ser uma experiência diferente nesse sentido, também foi de dar um friozinho na barriga quando vi que alguns amigos (e um professor) estavam naquele setor!
Me senti acolhida e entrei para a família desses meus melhores companheiros! E ainda pude incluir o meu MCM de sempre, Tonico, na brincadeira! Percebe somos todos, de fato, uma família (a família PERTO).
Dois dos pontos mais fortes dessa atuação, foram a conversa com o Sr Visitante, da família Visitante (que apesar deste ser o sobrenome, tinha uma filha Acompanhante) e a conversa com um pastor e sua esposa. O "Sr Visitante" estava visitando sua esposa, de um casamento de 51 anos, um amor que colheu muitos frutos! A esposa do pastor estava a cuidar dele, que era cego, não andava e não falava bem. 42 anos de casamento, e muito carinho ainda estava ali, resplandecendo naquele lugar. Apesar de sua deficiência visual, pudemos dar olhos a ele, ao nos descrevermos.
Um senhor que se apaixonou pela "boneca", que era nossa companheira Martina, também foi muito receptivo! Passeamos pelo corredor com ele; A "boneca", como ele disse, era baladiça (ou uma palavra parecida hehe) :P
Quando encerramos nossa atuação, fomos abrir a porta do quartinho e: TCHARAAAANN, quartinho errado. E aí, a brincadeira que fechou o dia com chave de ouro foi a do rapaz que abriu a porta "Mas rapaz, vocês estão bebendo aqui no hospital é? Tá cheio de cirrótico aí!" - e saímos gargalhando abraçados como bêbados felizes em direção ao quarto.
sábado, 8 de novembro de 2014
Dá um UP nessa energia!
Que cansaço! Numa sexta-feira, depois de uma semana inteira de provas, estando gripada, tossindo, com alterações frequentes na pressão (tendo quase desmaiado no dia anterior), sem ter almoçado no dia da atuação, saindo diretamente de uma prova muito ruim, tudo o que eu queria era ir pra casa. A única coisa que eu queria encontrar, era a minha cama. Ainda fiz a sugestão ao meu MCM (que também estava cansado), de faltarmos e irmos intervir esse fim de semana para compensar a falta. (Ainda bem que fomos atuar, porque a intervenção foi desmarcada hehe). Para completar, fiquei receosa de atuar no setor, porque quando ia subindo, um colega de sala disse que iria dar aula de monitoria lá no 7º. Conhecia o colega e o grupo de alunos para quem ele daria aula, pois fui monitora deles em anato. Quando fomos pegar a chave do lugar para nos arrumar, Liliane Kelly identificou-se como amiga de Gentileza. Pensei "eita p***". Que responsabilidade, hein? Tô lascada! Hahah.
Mas a atuação acabou me surpreendendo! Nunca imaginei que minha energia subiria tanto nesse dia. E minha tosse acabou entrando no jogo. No fim das contas, até Dilma entrou no jogo. E o bolsa família. E o bolsa viúva que eu iria ganhar se meu marido morresse. E o bolsa prisão também. Gente, estou RYCAAA!!! Agora entendi porque no outro quarto a senhorinha queria que dessemos uma "oncinha" para ela.
Jogamos também com Liliane Kelly , a amiga de "Rafa"; Se vocês virem por aí, um livro de "Exercícios abdominais sem riscos", com uma foto de Gentileza na capa, saibam que foi Liliane quem escreveu! Hahaha. E são os tipos de exercício abdominal que envolvem comida: os melhoooores exercícios.
Outra coisa fundamental: RECEBEMOS ÁGUA E COMIDA! Obrigada, MEU DEUS! Precisava imensamente daquele copo de água. GENTE! Que sede que eu tava. Se eu pudesse, voltava lá e dava um abraço na mulher que nos ofereceu água e bolo. Hehe. Amada demais aquela copa <3 Amado demais aquele andar! <3 Acho que foi esse up aí que me deu um pouco mais de energia para entrar no quarto que passamos mais tempo (e que foi o meu preferido, pois foi nele que fiquei ryca, como descrito acima hahahaha).
Não chegamos a terminar de entrar em todos os quartos do andar. Infelizmente, minha energia estava começando a cair e a gripe estava clamando por mim, aí tive que pedir ao meu MCM para encerrarmos. Mas, sem sombra de dúvidas, essa foi uma das melhores atuações, pra mim.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Halloween apavorante
Essa sexta-feira na maternidade, foi, de longe, a atuação mais cagada que já tive. Fui com expectativas muito altas e energia muito baixa. Foi a mais curta também. Fiz cagada também quando esqueci de escrever o diário (e quase ia me esquecendo hoje novamente).
Pedimos a salinha para uma (eu suponho que) estudante de enfermagem, que quando falamos "palhaço", ela se mostrou familiarizada com o projeto. Não sei se participou ou se algum amigo faz parte, mas ela (assim como nós) pareceu cheia de expectativa. Nos arrumamos ~como sempre~ ao som das músicas da oficina, saímos com as bolsas na mão e começamos o jogo ali mesmo, ao entregar as bolsas para guardarem pra nós. Entramos no primeiro quarto, e tudo ia ocorrendo muito bem, meu MCM arrumou 9 filhos pra criar e tinha que ganhar na loteria para comprar tanto leite Nãm (ou seja lá como se escreve). Interagimos bastante neste quarto, onde saí de lá com 2 irmãs e mais um rol de sobrinhos. Quando nos despedimos e fomos partir para o próximo quarto, não mais que 10 segundos depois de meu MCM por o rosto para fora do quarto, ouvi um grito de pavor "AAAAAAAAAAAAAAAHHHHHH". Seguido de um "ESSES PALHAÇOS JÁ ESTÃO FAZENDO PALHAÇADA POR AÍ?!", nada amigável da enfermeira chefe. Voltamos para o quarto assustados, onde eu tive uma crise de pânico camuflada por um ataque de risos (porque realmente foi engraçada, apesar de aterrorizante, a reação da moça). Quando finalmente conseguimos sair do quarto, a moça que gritou estava trêmula e chorando, virada de costas para o corredor onde estávamos, o que nos permitiu passar despercebidos. A partir daí, a entrada em cada quarto era cautelosa e eu estava sempre com medo de receber reações parecidas ou de, por algum azar, a moça que tinha medo de palhaço estar naquele quarto.
Não sei se por coincidência, ou se por azar da moça mesmo, sexta-feira era dia 31 de outubro (o famoso dia das bruxas). Vai ver isso teve alguma influência na reação dela. Palhaços assassinos? Ouvi falar de uns casos na França, mas aqui não, moça! Por favor! "Não maltrate os palhacinhos".
Ainda conseguimos algumas boas interações, mas nada tão intenso quanto no primeiro quarto. Acho que o susto baixou um pouco nossa energia. O que eu achei interessante foi a quantidade de índios por metro quadrado que tinha ali! Uma índia ainda pediu umas pilombetadas nossas (querendo que levássemos doces para os pacientes, como se fossemos palhaços recreadores de festinha de criança). Mas achei a interação com ela particularmente interessante, ao nos ensinar algumas palavras em tupi. Queria aprender tupi.
Outra mulher, já no fim da atuação, se mostrou bem receptiva até, dizendo que "prazer não, satisfação!" hahah. Ela explicou as devidas diferenças, e depois de passarmos rapidamente por mais dois quartos, voltamos para desejá-la "satisfação".
Não tenho muito a acrescentar aqui, mas talvez a experiência tenha servido para aprendermos (ou nos habituarmos) a lidar com adversidades.
domingo, 26 de outubro de 2014
Cativar e cultivar tuas rosas
Não foi só o celular que descarregou as suas baterias. Eu também! Essa segunda-feira na pediatria foi cansativa!
Mais uma vez, estava na aula inquieta, esperando que terminasse logo para que eu pudesse subir para a atuação. Minha bateria (do celular) estava quase descarregando, então eu desliguei o celular por um tempão, para quando sair da aula ter como me comunicar com meu MCM... Quando saí da aula, mandei um wa pra Matheus avisando que estava subindo para a pediatria, mas ele não recebeu. 9 tentativas de telefonar e mais umas 10 de mandar mensagem: todas falhas! O celular não chamava e a mensagem não ia (sempre dava falha ao enviar). Sorte que mandei mensagem para o grupo e alguém conseguiu avisá-lo.
Chegando lá, pedimos ao pessoal da recepção um lugar para nos arrumar e depois de ir e voltar no corredor, encontramos a sala de enfermagem. Depois de prontos e maquiados, com a energia lá em cima e a máscara-nariz posicionada, fomos falar com a criançada! Pensei em descrever passo-a-passo como foi em cada quarto, mas como faz quase uma semana da atuação, esqueci de alguns nomes, e então a descrição ficaria um pouco falha. Mas o mais importante seria dizer que, apesar de no início termos dificuldade de ter um encontro com as crianças, pois elas estavam um pouco desconfiadas, saímos da atuação com todas elas nos seguindo! E as mães já #xatiadas com a criançada correndo e fazendo zoada no hospital. No fim, todo quarto que nós visitávamos, as crianças do anterior vinham também. E muitas acabaram conhecendo umas as outras nessa brincadeira. No fim, era "tia" pra lá, "tio" pra cá. "Palhaça" pra cá, "palhaço" pra lá. (Não adiantava dizer o nome 20 vezes, eles sempre esqueciam! hahah). Fizemos a "mágica" do nariz, alterando a cor. Acharam o máximo. "Tia, faz a mágica de novo!".
A única parte que me chateou um pouco, foi um rapazinho um pouco maior que trapaceou no jogo e olhou enquanto viramos de costas, quando era pra eles estarem de olhos fechados, para fazermos a "mágica", Ele percebeu que havia duas faces e quis porque quis tirar o meu nariz. E, de certa forma, começou a me agredir.
Uma mocinha muito fofa que grudou nos nossos pés (acho que foi ela que saiu puxando toda criançada de um quarto pro outro), me deu um bombom quando estávamos perto de ir embora. Tivemos que dizer que o ônibus dos palhaços estava nos esperando lá embaixo! Ela queria nos acompanhar até o último momento, e para que ela não perdesse o encanto, tivemos que pegar nossas coisas e ir embora pelas escadas vestidos dos nossos clowns, perdidos e sem saber onde nos trocar. Na hora que peguei as minhas bolsas (uma com a roupa do palhaço e a outra sendo a bolsa da faculdade), a mocinha ficou desconfiada e disse "Tia, essa não é a tua bolsa!". E eu disse "É minha sim!". Ela "É não, é a bolsa da doutora.". Aquela não poderia ser a bolsa de um palhaço, né? Bolsas de palhaços supostamente deveriam ser engraçadas e não sérias. E acho que isso quebrou um pouco o encanto dela. Mas não o meu! Porque ri muito no momento e caio na gargalhada até agora com a astúcia da menina.
Estava com a energia lá em cima, apesar de muito cansada, e até havia dito ao meu MCM que eu ia escrever o diário naquele mesmo dia. Quem disse que eu aguentei? Foi capotamento total quando cheguei em casa! Depois de quatro horas inteiras naquele setor, não havia quem aguentasse mais nada! Mas como está no nosso amado livro do Pequeno Príncipe, "Foi o tempo que perdeste com tua rosa que a fez tão importante" (frase do livro que li no dia seguinte e foi muito cabível ao momento).
Tive como saldo ao fim da atuação, um bombom e muitos encontros!
Mais uma vez, estava na aula inquieta, esperando que terminasse logo para que eu pudesse subir para a atuação. Minha bateria (do celular) estava quase descarregando, então eu desliguei o celular por um tempão, para quando sair da aula ter como me comunicar com meu MCM... Quando saí da aula, mandei um wa pra Matheus avisando que estava subindo para a pediatria, mas ele não recebeu. 9 tentativas de telefonar e mais umas 10 de mandar mensagem: todas falhas! O celular não chamava e a mensagem não ia (sempre dava falha ao enviar). Sorte que mandei mensagem para o grupo e alguém conseguiu avisá-lo.
Chegando lá, pedimos ao pessoal da recepção um lugar para nos arrumar e depois de ir e voltar no corredor, encontramos a sala de enfermagem. Depois de prontos e maquiados, com a energia lá em cima e a máscara-nariz posicionada, fomos falar com a criançada! Pensei em descrever passo-a-passo como foi em cada quarto, mas como faz quase uma semana da atuação, esqueci de alguns nomes, e então a descrição ficaria um pouco falha. Mas o mais importante seria dizer que, apesar de no início termos dificuldade de ter um encontro com as crianças, pois elas estavam um pouco desconfiadas, saímos da atuação com todas elas nos seguindo! E as mães já #xatiadas com a criançada correndo e fazendo zoada no hospital. No fim, todo quarto que nós visitávamos, as crianças do anterior vinham também. E muitas acabaram conhecendo umas as outras nessa brincadeira. No fim, era "tia" pra lá, "tio" pra cá. "Palhaça" pra cá, "palhaço" pra lá. (Não adiantava dizer o nome 20 vezes, eles sempre esqueciam! hahah). Fizemos a "mágica" do nariz, alterando a cor. Acharam o máximo. "Tia, faz a mágica de novo!".
A única parte que me chateou um pouco, foi um rapazinho um pouco maior que trapaceou no jogo e olhou enquanto viramos de costas, quando era pra eles estarem de olhos fechados, para fazermos a "mágica", Ele percebeu que havia duas faces e quis porque quis tirar o meu nariz. E, de certa forma, começou a me agredir.
Uma mocinha muito fofa que grudou nos nossos pés (acho que foi ela que saiu puxando toda criançada de um quarto pro outro), me deu um bombom quando estávamos perto de ir embora. Tivemos que dizer que o ônibus dos palhaços estava nos esperando lá embaixo! Ela queria nos acompanhar até o último momento, e para que ela não perdesse o encanto, tivemos que pegar nossas coisas e ir embora pelas escadas vestidos dos nossos clowns, perdidos e sem saber onde nos trocar. Na hora que peguei as minhas bolsas (uma com a roupa do palhaço e a outra sendo a bolsa da faculdade), a mocinha ficou desconfiada e disse "Tia, essa não é a tua bolsa!". E eu disse "É minha sim!". Ela "É não, é a bolsa da doutora.". Aquela não poderia ser a bolsa de um palhaço, né? Bolsas de palhaços supostamente deveriam ser engraçadas e não sérias. E acho que isso quebrou um pouco o encanto dela. Mas não o meu! Porque ri muito no momento e caio na gargalhada até agora com a astúcia da menina.
Estava com a energia lá em cima, apesar de muito cansada, e até havia dito ao meu MCM que eu ia escrever o diário naquele mesmo dia. Quem disse que eu aguentei? Foi capotamento total quando cheguei em casa! Depois de quatro horas inteiras naquele setor, não havia quem aguentasse mais nada! Mas como está no nosso amado livro do Pequeno Príncipe, "Foi o tempo que perdeste com tua rosa que a fez tão importante" (frase do livro que li no dia seguinte e foi muito cabível ao momento).
Tive como saldo ao fim da atuação, um bombom e muitos encontros!
domingo, 19 de outubro de 2014
Não sejas mequetrefe.
Segunda-feira não pudemos atuar; portanto, a terceira atuação aconteceu na terça-feira! Fomos eu e meu companheiro Tonico Acochador ao décimo andar. Nos arrumamos literalmente na merda. No início não foram tão receptivos conosco (quando ainda não estávamos de clown), e acabamos nos arrumando num banheiro de visitas que estava uma beleza. hahaha.
O décimo andar, apesar de menos tenso do que o COB, acabou sendo um pouco mais difícil. Difícil porque alguns esperavam de nós atitudes de Pilombeta, fazendo, portanto, nossa energia baixar... e foi aí que nós (na verdade meu companheiro Tonico, rs) conseguimos uma maneira de finalizar e sairmos daquele quarto... Foi quando a energia voltou a subir! E depois conseguimos voltar para este mesmo quarto e jogar novamente, dessa vez até melhor.
Conhecemos a Lua, a Vanessinha, o PS (que não é PlayStation, mas adora games), o senhor de Vicência e outro de uma cidade que fica perto de Carpina, mas não me recordo o nome. Conhecemos uma funcionaria chamada "Qualquer Coisa" e outra que se chamava "Serpente", segundo meu MCM. Conhecemos até o Tom Cruise do 10º andar.
Um senhor me ensinou a desfilar para ganhar dinheiro. Outra senhora nos contou que havia um circo na sua cidade, quem sabe não passamos por lá, não é mesmo?
Saímos de lá bem tarde, já as 19h, e na nossa saída, os funcionários nos viam já com outros olhos. Foi uma experiência interessante, pena que não pudemos passar mais tempo e passar um tempo maior em todo o setor (que era enoooorme), pois já estávamos cansados...
Que venha a pediatria amanhã! Aguardando ansiosamente.
O décimo andar, apesar de menos tenso do que o COB, acabou sendo um pouco mais difícil. Difícil porque alguns esperavam de nós atitudes de Pilombeta, fazendo, portanto, nossa energia baixar... e foi aí que nós (na verdade meu companheiro Tonico, rs) conseguimos uma maneira de finalizar e sairmos daquele quarto... Foi quando a energia voltou a subir! E depois conseguimos voltar para este mesmo quarto e jogar novamente, dessa vez até melhor.
Conhecemos a Lua, a Vanessinha, o PS (que não é PlayStation, mas adora games), o senhor de Vicência e outro de uma cidade que fica perto de Carpina, mas não me recordo o nome. Conhecemos uma funcionaria chamada "Qualquer Coisa" e outra que se chamava "Serpente", segundo meu MCM. Conhecemos até o Tom Cruise do 10º andar.
Um senhor me ensinou a desfilar para ganhar dinheiro. Outra senhora nos contou que havia um circo na sua cidade, quem sabe não passamos por lá, não é mesmo?
Saímos de lá bem tarde, já as 19h, e na nossa saída, os funcionários nos viam já com outros olhos. Foi uma experiência interessante, pena que não pudemos passar mais tempo e passar um tempo maior em todo o setor (que era enoooorme), pois já estávamos cansados...
Que venha a pediatria amanhã! Aguardando ansiosamente.
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
O segundo salto no vazio
Segunda atuação numa segunda-feira à tarde. Depois de um
fim de semana cansativo e após sair no meio de uma aula (que estava sendo
maravilhosa), fui para o COB, inicialmente com a cabeça na aula que
perderia. Estava aflita, pensando que não seria tão bom (pelo mesmo motivo que
Manu havia dito anteriormente... no COB as mulheres estão em muita dor e
algumas ainda sofrem com abortos, fetos mortos, etc). Apesar de aflita, não
criei muita expectativa (o fim de semana foi tumultuado e não tive muito tempo
para pensar a respeito). Encontrei-me com meu MCM e me joguei no vazio.
Realmente no vazio. Mas foi um vazio tão cheio e rico de beleza! Um vazio tão
verdadeiro.
Acredito
que tanto eu quanto meu MCM evoluímos muito nesse dia! Não há exatamente como
descrever o quão enriquecedora foi nossa atuação. Conversamos com todo mundo:
pacientes, funcionários, acompanhantes. Rodamos o COB pelo menos 3 vezes, e
conseguimos nos encontrar com a grande maioria das pessoas que estavam ali. Conseguir
ter um encontro com uma mulher que tinha acabado de ter um aborto (aos 7 meses
de gestação), foi um dos pontos mais altos do dia. Conseguir ter um encontro
com uma mulher que estava com fortes dores (e provavelmente abortando), foi outro. Não
conseguimos, é claro, tirar o sofrimento delas. Isso não seria possível, nem
que tivéssemos superpoderes. Mas conseguimos ter um encontro. E isso, por si só, foi
fantástico.
Acho que nessa segunda atuação consegui entrar mais nos jogos do
meu MCM, Tonico Acochador, o que foi fantástico; assim, as pessoas também
entraram no nosso jogo. Atuamos inclusive com um amigo nosso em comum e outra
colega de sala de Matheus, que entraram completamente no nosso jogo, “esquecendo”
que nós éramos nós.
Me
senti mais solta e mais leve nesta segunda-feira. Saí de lá “à força”! Já havíamos
passado muito tempo e falado com todos (pelo menos 3 vezes). Diferente da
sexta-feira passada, minha energia não caiu nem um pouco ali! Fiquei com um
gostinho de quero mais. ( E que venha este sábado <3 )
Se
na sexta-feira saímos despercebidos do setor em que atuamos, nesta
segunda-feira saímos bem percebidos! Assim que saímos da salinha onde nós nos
organizamos, a enfermeira já disse “Olha só os palhacinhos!”. A mesma coisa
ouvimos dos acompanhantes que estavam na saída do COB. Saímos de lá sendo
elogiados como palhaços e como pessoas. Fomos nós no mais profundo do nosso ser
(que poético, rs!); fomos verdadeiros, e fomos, sem sombra de dúvida, felizes!
domingo, 5 de outubro de 2014
O começo de tudo
Se há palavras para descrever a atuação? Nunca haverá. Passei a semana inteira com um frio imenso na barriga, quase me sentindo um freezer ambulante. Depois de ter perdido a primeira intervenção, fiquei na maior expectativa por não ter tido nenhuma experiência semelhante anteriormente. Então lá fomos nós, Telma Tropical e seu companheiro, o Acochador. Nos arrumamos ao som das músicas da oficina, cagamos nas maquiagens como já era esperado, mas no fim tudo deu certo.
Visitamos ao total a sala de hemodiálise e 3 quartos, pois o último estava no isolamento. Tivemos um grande desafio desde o primeiro passo: dar visão a um homem que enxergava muito pouco, quase nada. O seu Biu demorou a perceber que éramos "palhaços" e só descobriu depois das dicas que a acompanhante do seu Biu o deu ("O nariz deles é de que cor?"). Meu MCM que foi realmente o melhor companheiro do mundo, e teve uma sacada incrível ao começar a trabalhar com seu Biu, que era pedreiro, construindo uma casa do jeitinho que seu Biu amava. Fizemos uma casa linda com seu Biu, assistimos TV com ele no sofá dessa casa, foi incrível! No segundo quarto chegamos a dançar, cantar, e temos uma probabilidade imensa de sermos, nesse momento, astros do Facebook ou do Youtube das inúmeras pessoas do quarto. Hahahah. Passamos um bom tempo nesse quarto e só saímos quando as pacientes e acompanhantes nos disseram que as conquistamos e que esperavam que fossemos novamente! Nossos momentos nos outros ambientes foram mais curtos, pois já estávamos com a energia caindo, e alguns pacientes estavam dormindo, então preferimos finalizar.
O melhor de tudo foi que, depois de tirarmos a maquiagem e a máscara-nariz, alguns profissionais e pacientes já não nos reconheceram! E as reações à nossa abordagem (o simples boa noite) nas duas situações foram bem diferentes! Como disse meu companheiro, fomos meio Clark Kent na saída.
Claro que temos muito a melhorar, afinal "Palhaço pronto é palhaço morto". Alguns jogos não caíram tão bem, outros foram incríveis. A experiência foi única, e empolgante. Que venham as próximas!!
Visitamos ao total a sala de hemodiálise e 3 quartos, pois o último estava no isolamento. Tivemos um grande desafio desde o primeiro passo: dar visão a um homem que enxergava muito pouco, quase nada. O seu Biu demorou a perceber que éramos "palhaços" e só descobriu depois das dicas que a acompanhante do seu Biu o deu ("O nariz deles é de que cor?"). Meu MCM que foi realmente o melhor companheiro do mundo, e teve uma sacada incrível ao começar a trabalhar com seu Biu, que era pedreiro, construindo uma casa do jeitinho que seu Biu amava. Fizemos uma casa linda com seu Biu, assistimos TV com ele no sofá dessa casa, foi incrível! No segundo quarto chegamos a dançar, cantar, e temos uma probabilidade imensa de sermos, nesse momento, astros do Facebook ou do Youtube das inúmeras pessoas do quarto. Hahahah. Passamos um bom tempo nesse quarto e só saímos quando as pacientes e acompanhantes nos disseram que as conquistamos e que esperavam que fossemos novamente! Nossos momentos nos outros ambientes foram mais curtos, pois já estávamos com a energia caindo, e alguns pacientes estavam dormindo, então preferimos finalizar.
O melhor de tudo foi que, depois de tirarmos a maquiagem e a máscara-nariz, alguns profissionais e pacientes já não nos reconheceram! E as reações à nossa abordagem (o simples boa noite) nas duas situações foram bem diferentes! Como disse meu companheiro, fomos meio Clark Kent na saída.
Claro que temos muito a melhorar, afinal "Palhaço pronto é palhaço morto". Alguns jogos não caíram tão bem, outros foram incríveis. A experiência foi única, e empolgante. Que venham as próximas!!
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