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sábado, 2 de dezembro de 2017

Última atuação do ciclo

Oláááá, DEBÊ!! Essa foi a minha última atuação do ciclo. Mais uma vez no COB. 
Já comentei que fico pisando em ovos no COB, né? Vejo as mulheres esperando seus bebês com cara de dor e sofrimento e fico morrendo de medo de chegar perto para conversar. Dessa vez muitas delas estavam mimindo. Geralmente, quando isso acontece, acabo interagindo com os acompanhantes. 

Aqui vai uns momentos legais dessa atuação:

1. cantando brega para uma gestação que não estava muito bem e curtia o ritmo 
2. uma acompanhante com cara de quem acabou de aprontar (não tira o sorriso de danada do rosto por um segundo)
3. Paulinha que saiu de Zefinha e por isso roubou um pedaço de Zefinha para poder ficar maior 
4. a conversa com a última paciente <3

O melhor foi que nessa semana eu encontrei Zefinha dentro do ônibus uns dois dias depois, hahaha. 

Foi massa (e vai continuar sendo), PERTO! Obrigada pela oportunidade <3 
Que o ciclo se renove e se inove! 


Att, 
Mikaella Gonçalves.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Do gospel ao brega

Olaresss, DEBÊ!!! Hoje o registro por aqui será bem musical. Vou colocar alguns momentos marcantes nessa atuação (10/11/2017) e suas respectivas musiquinhas (as que eu lembrar hehe).

1º: SUBINDO A ENERGIA: eu e Lana fizemos uma performance incrível ao som de "Umbrella" (https://www.youtube.com/watch?v=CvBfHwUxHIk) para nos aquecer e subir a energia para a atuação.  Porque nem só de sarrada no ar vive o homem, né mesmo?

2º: Uma paciente + duas acompanhantes cantaram para nós alguma música gospel que mexeu muito com meu coraçãozinho (não consegui segurar o choro, fui junto). Não sou uma pessoa religiosa, mas ver o vínculo delas com o espiritual me tocou profundamente. Além disso, uma das três cantava com a alma, passava tanta força no seu canto... Chorei mais um tiquin com isso, rs. Eu só não conheço a música. :\

3º: Já estávamos indo embora quando Lana viu um homem passando com o celular no ouvido e ela falou "Alô". Na hora, só veio essa música na cabeça (https://www.youtube.com/watch?v=8Cq4Eh1FRec) e começou o seguinte diálogo entre eu e o moço:

Mica: Oi, amor. Tudo bem contigo?
Moço: Tudo bem.
Mica: Só liguei pra perguntar se foi divertido.
Moço: Divertido?
Mica: Me trair.
Moço: Te trair, amor? Eu nunca te traí!

Fui no céu e voltei por ele ter comprado esse jogo. HAHAHhaAHAHAhahaha

Com amor,
Leonina Virgulina.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Eu sou o avô de Marizinha

    Oi, DEBÊ! Turu bom? Tava meio preocupada como iria ser a atuação dessa semana porque Lana tava dodói. A solução que ela encontrou foi usar uma máscara para proteger os pacientes do veneno dela rsrsr. Pois bem, essa máscara acabou virando jogo. Entramos em um quarto onde estavam três mulheres e ficamos por lá até que... APARECE JURACI! Juraci trouxe consigo toda uma empolgação que deu um up sem igual ao jogo. Ela é apaixonada por flores e logo montou o seu jardim ali, naquele quarto mesmo. Fui batizada como Vitória Régia (por ser a flor da Amazônia e eu ter dito que era Leonina) e Lana foi batizada como Flor da Manhã. E quando eu falo batizada é BATIZADA mesmo. Com direito a cerimônia e tudo! Até aí Lana não tava falando nada, né? Só na mímica. Mas, aparentemente, o batismo de Juraci devolveu a voz a ela. E, depois, foi a vez de Juraci ser batizada: giramos, giramos, giramos até que... ELA VIROU UM GIRASSOL! 
     Depois disso, fomos divulgar no corredor o poder de cura de Girassol. Na porta de um dos quartos da enfermaria, tinha uma mulher encostada. Falamos da cura de Pernélope. Ela nos disse que tinha uma rosa (mãe) e três cravos (pais), além de um botão de rosa (sua filhinha). Era pra cuidar de um desses cravos que ela estava no hospital (ele estava com linfoma). Eis que esse cravo levanta e vem falar com a gente! Na apresentação: seu nome completo e, com orgulho, acrescentou "AVÔ DE MARIZINHA!". Foi tão impactante pra mim a forma orgulhosa com que ele se referiu à neta. Senti como se fosse uma forma de reafirmar que ELE É, que ELE ESTÁ. No presente, no aqui, no agora. Isso  acabou abrindo margem pra ele falar da sua família até que... meu coração começou a quebrar a partir daí  ele não aguentou de saudade e começou a chorar. Primeira vez que um paciente chora assim, na minha frente. Ele acabou se retirando e voltando pra sua cama. Fiz o que pude: respeitei o espaço dele, mas ainda consegui demonstrar apoio com gestos e sorrisos. Conversamos um pouco mais com sua filha e, com ela, deixei meu desejo que as coisas melhorassem. Disse que o melhor adubo que o seu cravo poderia receber já estava sendo dado por ela. Fui embora torcendo para que "o avô de Marizinha" consiga voltar para o seu jardim.


Com amor,
Leonina Virgulina. 

domingo, 29 de outubro de 2017

Os brotinhos

Olá, DEBÊ! Essa atuação tem vários momentos "WOOOOOOW". Vamos lá:
1º WOW: a atuação, além de Lana, teve a presença de Marocs (minha lindovisora <3).
2º WOW: Kinhos (meu lindovisor <3) na frente do HC quase me deu um treco porque eu pensei que ele iria atuar com a gente tb e tava só escondendo o jogo... Mas num era, não. :(
3º WOW: subindo a energia com Lana + meus lindovisores.
4º WOW: SEGUREI UMA RECÉM-NASCIDA NO COLOOOOO! 

A verdade é que essa atuação foi um "se joga no vazio" desde o início. Marocs escondeu o jogo e não quis dizer para qual enfermaria estávamos indo. Ainda tenho uma "foto" daquela porta com a palavra "MATERNIDADE" cravada. Foi um choquezinho hehehe Mas segue o baile. 
Vestimos nossa pele (menos Kinhos, aff), subimos a energia e: PICADEIRO! Precisávamos deixar nossas bolsas em um local mais seguro do que o banheiro onde nos trocamos e achei massa a sacada de Marocs de levar as bolsas como se fossem bebês. <3 
Ainda conseguimos desenrolar um jogo com Kinhos da onde saiu o apelido carinhoso para os bebês: brotinhos (porque eles eram pizzas pequenas etc)! hehehe
Gostei muito das interações com as mães. Assim como no COB, algumas estavam cansadas e respeitamos os limites. Mas tinha muita mamãe mais disposta a interagir na maternidade do que no COB (acredito que por elas estarem mais descansadas). 
Aqui vai algumas coisas que rolaram na atuação: decidimos que o nome de uma bebê seria Laura e não Kathleen, andamos em um campo minado, descobrimos que tem um monstro chamado Frigobar no hospital que espera as mamães fazerem xixi para roubar seus bebês e colocar em um potinho dentro da geladeira, descobrimos que tem uma tal de Cesárea por aí que anda impedindo algumas pacientes de sorrirem, os bebês têm uma dieta baseada em dedos e peitos, Fermento é o responsável por fazer os bebês crescerem e... TCHARAM: SEGUREI UM BEBÊ! O nome dela é Isabela e é muito fofinhadkjaskd0jedoasdasjdaksl. SOCORR
A outra bebê da foto se chama Mayara. Foi engraçado porque Gentileza contou a história de uma Mayara na reciclagem (apesar de eu ter faltado, Marcelo me contou e saber dessa história me rendeu umas boas risadas quando a mãe disse o nome do bebê rssss). 
Vou postar umas fotinhos nossas aqui porque esse registro é top demais: 

 


 


Enfim, eu tava cansada pra caramba (não dormia há dois dias devido a essa semana ozzy que tive de tanta coisa pra fazer), mas acabou que isso não influenciou muito na minha atuação. Estava cansada? Estava! Mas, de alguma forma, consigo me doar à atuação e "abstrair" meu cansaço. É louco. 

NÚCLEO DO POST: por mais atuações com meus lindovisores. <3 

Att, 
Leonina Virgulina. 

domingo, 22 de outubro de 2017

VOU ADIVINHAR SEU NOME COM O PODER DA MINHA MENTE

Alô, alô DEBÊ!!!! Essa semana a atuação foi no COB. Confesso que tava com medinho dessa atuação porque já tinha conversando com Marcelo e Martinha sobre a atuação deles por lá e soube que é um local que dá pra cometer gafe fácil, fácil. Mas bem, né? Se tá com medo, vai com medo mesmo. 
Fui.
A emoção dessa atuação já começou quando eu usei aquelas roupinhas maneiras hehehhehe (SEGUE REGISTROS DESSA EMOÇÃO DE CALOURA): 



Eu e Lana subimos a energia dando a nossa famosa sarrada no ar e BUM... PICADEIRO! Abrimos a porta e fomos. Porém, aconteceu algo meio constrangedor: não percebemos que esquecemos de subir as máscaras! :\ A paciente que estava frente à porta percebeu, Lana ainda não tinha percebido, eu percebi, aquela tensão rolando... Acabamos voltando, subimos as máscaras e depois começamos um jogo a partir dessa nossa gafe com a mamãe que havia nos visto sem nossas máscaras. hehehe Tranqulo. 
De início eu fiquei com medo de jogar com as mamães porque elas aparentavam estar esgotadas. Tinha até uma que não podia rir porque estava com "pontos". Teve uma que não teve jeito: não deu pra interagir. Respeitamos. 
Jogamos muito com adivinhar o nome dos bebês, dos pais, acompanhantes etc. Foi bem divertido, acertei um bocado! hahaha O jogo mais legal pra mim foi com uma menina que estava com sua mãe porque precisava controlar o seu quadro hipertensivo. Foi muito engraçado quando a mãe da menina disse que era do Conselho Tutelar. Perguntei pra quê servia isso, ela disse "pra proteger as crianças e adolescentes". Daí eu disse: tem um monte de bebê chorando aqui e a senhora não tá fazendo nada para proteger eles. Ela deu um sorriso tãããããããão gostoso! Ficou marcado em mim. 
Enfim, DEBÊ... É isso! Até mais. <3 Fique com uma fotinho dessa DUPLINHA AHAZIANE: 



Com amor,
Leonina Virgulina. 

domingo, 15 de outubro de 2017

O DIA EM QUE CONHECI A DONA DO HC

Oi, oi DB. Essa atuação foi bem gostosinha!! Me deparei com pessoas bem receptivas e que compravam bem nosso jogo. E isso não se restringe apenas aos pacientes, mas também aos profissionais. Teve até um que inventou um tal de futebol chileno (consistia em fingir que uma garrafa com água era uma bola haha).
Tinha uma senhora suuuuuuuuuper **glamour** por lá. Roupão branco, acessórios dourados... Logo a gente a chamou de dona do HC e até o médico comprou esse nosso jogo, dizendo que ela era chefe dele.
No outro quarto que fomos, encontramos uma moça que nos mostrou foto de Saladino do Palmito e Helga Frauadskadlaksd (não lembro como escreve kkk). Fingimos indignação dizendo que aquilo era uma traição porque Saladino era boy de Pernélope e não havia dito nada a ela. Aparentemente, a senhora levou um pouco a sério essa história. hahahaha
Mas o quarto que ficou na minha memória foi um em que um paciente nos chamou. Ele estava nos esperado há um tempo já. Foi massa o papo que tivemos com ele e outro paciente que estava no mesmo quarto! Fizemos até chamada de vídeo com ele para conversamos com sua família que estava na Bahia. Achei tecnológico.
Bem, DB. É isso. Tô gostando mesmo do que tô vivendo no PERTO! Confesso que nessa atuação eu não fui animadona, não. Mas na hora do "BOOOURA" é como se eu estive PRESENTE. E me concentrar no aqui e no agora faz essa coração ansiosinho aqui ficar mais tranquilinho. ^^

Com amor,
Leonina Virgulina.

sábado, 7 de outubro de 2017

Salgadinho? É SA-PA-TI-NHO!

Estava conversando no elevador bem ~de boas~ com minha MCM (Lana) até que eu soltei onde iríamos atuar e guess what: é onde a irmã de Lana faz residência! hahahaha Lana deu uma pequena surtada e disse que não iria conseguir, a primeira coisa que falei foi "Mas Pernélope vai". E conseguiu!
Tínhamos acabado de sair de um quarto e encontramos uma senhora no balcão da enfermaria perguntando por doutora Amanda (a.k.a. irmã de Lana). Ficamos sabendo que ela estava na salinha dos residentes e ajudamos essa senhora a encontrá-la.
KNOC
KNOC
KNOC

Dotôra Amanda está? Ela deu uma risadinha quando viu Pernélope (deve ter achado parecido com alguém conhecido). E, além disso, Pernélope não pareceu nem um pouco tímida na presença da Dotôra Amanda.

Me senti muito bem acolhida nessa atuação. E a conexão com minha MCM está melhorando a cada atuação <3
Consegui perceber que a fé e a religiosidade é um pilar fundamental para muitos que estão no hospital. Havia muitas imagens do "Jesus eurocêntrico" pelos quartos (era a mesma imagem, alguém deve ter ido distribuir por lá). Entramos em um quarto que tinham duas senhoras da Igreja Batista escutando música gospel. Elas eram acompanhantes e foi notável o quanto a fé delas era o que as orientavam. Dançamos e cantamos com elas. Apesar de eu não ser uma pessoa religiosa, me considero alguém de muita fé e me senti muito querida quando, enquanto dançávamos e cantávamos, uma das senhoras pedia com frequência para que "Jesus abençoasse essas jovens".
Outro momento que acho válido destacar é o que eu esqueci que o quarto era de isolamento e tínhamos, no jogo, passado a fita que fica no cabelo de Pernélope para uma paciente que estava dentro dele. "Embrulhamos" o marido da paciente que estava próximo à porta com a fita de cabelo de Pernélope e dissemos que ele era o presente dela e o presente deveria ser entregue. Ele acabou desenrolando a fita e dando para a mulher dele, daí então tive a ideia de entrar no quarto para colocar a fita na cabeça da paciente e então Pernélope solta um "e a gente pode entrar?". Parece que foi em câmera lenta que levantei meu rosto em direção à plaquinha com a numeração do quarto e: não podia. :~ Valeu, MCM! kkk
Teve o momento que flagramos uma paciente comendo salgadinho escondida. Pernélope foi "dedurar" para Dotôra Amanda que estava passando no momento. Achei que ficaria chato e dei uma olhada pra ela de "deixa pra depois hehehe". Só que Pernélope já tinha falado do salgadinho e, ao perceber minha olhada, para se sair falou "salgadinho? Falei salgadinho, não. Falei SAPATINHO! Olha aí que sapatinho bonito ela ganhou de presente." Obs.: a paciente ganhou uma sapatilha do seu marido e estava com ela por perto, hahaha. Good one, MCM.
Aaaaaaaaahhh... Encontrei a melhor definição do que é um antibiótico nessa atuação: é algo que quando se toma para sair correndo, pulando e gritando do hospital. Chupa, Aurélio!
E pra finalizar... Fico com o sorriso de uma paciente do último quarto que passei. Acho que o nome dela era Maria e aí fiz um trocadilho com o "RIA" do nome e aquele sorrisão lindo!

Com amor,
Leonina Virgulina.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Tenho apenas 2 reais e o sentimento de mundo

Aloohaa, DB! Sabe aquele lance de encerrar ciclos? Pois bem, aconteceu um monte de coisa nesse estilo essa semana! A quinta-feira (28/09/2017) foi o ápice disso. De manhã fui pra USF, almocei rápido, fui para meu último dia de monitoria, faltei aula pra finalizar minha última aula do PORTAL, terminei bem em cima da hora, com minha MCM me ligando e depois dessa afobação... TAVA CHEGANDO A HORA DA ATUAÇÃO! Logo no caminho, fui tentando trazer minha mente pro presente. Pro AQUI. Pro AGORA. Me dirigi ao setor da nefrologia com meus pés firmes no chão para eu sentir essa presença. Não queria que minha atuação fosse apenas um produto do meu dia, queria poder desfrutar do processo, também. Encontrei minha MCM e foi bem de boas encontrar o setor onde iríamos atuar naquela tarde. Pegamos a chave da salinha e fomos vestir nossas peles. Eu ainda estava um pouco elétrica do meu dia corrido, mas minha MCM teve uma ideia massa e sugeriu que colocássemos um breguinha enquanto nos preparávamos. Deu certo!  3, 2, 1.... BOOOURA PRO "PICADEIRO"! 
O setor de nefrologia me surpreendeu bastante. Os pacientes estavam muitos dispostos a entrar, a compor, a propor nosso jogo. A receptividade foi notável. Me senti muito feliz quando passamos na frente de um quarto e uma paciente ficou com uma carinha de "ué, vocês não vão entrar?". Porém, diferentemente da pediatria, os profissionais do setor pareciam mais distantes da nossa atuação... 
Tenho que relatar algumas dificuldades/gafes que cometi: no início da atuação, não sei se por fruto da afobação que ainda habitava em mim, chamei Pernélope de Lana. E, ainda mais, tenho um "cacoete" desde a minha primeira atuação: não consigo parar de mexer no meu nariz. :\ Madada me deu esse toqu na externa e Lana percebeu isso nessa atuação, também. Acho que é porque tenho mania de ficar mexendo no meu piercing. :( Mas, tirando isso, foi tudo muito tranquilo e instigante. Segue algumas palavras/expressões aqui para me lembrar melhor desse dia:

BARBA RUIVA
MAS SÃO 2 REAAAAAISSS! (um paciente na hemodiálise tinha uma nota de 2 reais ao lado dele e  foi incrível transformar aquela notinha em uma fortuna imensurável) 
"só sai por onde entrou"
"quem é essa tal de fisioterapia?"
18 km = 18s

Ah, teve uma parte que doeu meu coraçãozinho. </3 Estávamos jogando e um médico (o Barba Ruiva) entrou para medir a pressão da paciente que estava envolvida no jogo com a gente. Aí eu disse "UAU, QUE PULSEIRA CHIQUE É ESSA QUE ELE TROUXE PRA VOCÊ" e ela falou com firmeza: "Essa pulseira eu não quero, não. Pode ficar pra você". :((( Foi um choque de realidade pra mim, mas continuei a abstrair e segui o jogo... Ela, felizmente, seguiu jogando! 

Insano como antes da atuação eu estava notavelmente cansada do dia que estava tendo, mas depois dela fiquei levinha, levinha e fui dar aula beeeeem plena. 
E, pra finalizar, sabe aquela frase sobre nós não mergulharmos no mesmo rio duas vezes? Cabe perfeitamente no contexto das atuações do PERTO.

Com amor, 
Leonina Virgulina. 

sábado, 23 de setembro de 2017

PRIMEIRA ATUAÇÃO!!!

Esse post deveria ser sobre a minha primeira atuação, mas não vou conseguir não falar de outros eventos que marcaram minha semana. Primeiramente, FORA TEMER  essa semana foi muuuuuuuuito exaustiva pra mim. Conseguir estudar para a faculdade, vida pessoal, monitoria e... MAKE SEM APROVAÇÃO DE GENTILEZA! Sabe aquilo de "na dúvida, vai"? Essa semana foi RECHEADA disso! Na dúvida da make ser aprovada ou não, coloquei minha pele na bolsa e fui para a faculdade. Porém, minha MCM (Alana a.k.a Pernélope) tomou a iniciativa de ir perguntar se a minha make tava aprovada ou não e aí obtive meu SIM! Obrigada, Lanis. <3 Mas sim, eu disse que iria falar de algumas coisas que não fosse sobre a atuação em si, né? E falar de Lanis me lembrou disso. Com essa semana corrida que eu tive, não rolou tempo para estudar para o seminário que iria rolar na sexta. Mas bem, a sala seria dividida em duas e cada metade teria um sorteado. Não é possível que eu, logo no dia que não estou preparada, fosse a sorteada. Guess what: FOI POSSÍVEL, SIM! E na hora eu pensei "vai com medo, mesmo" e fui! Além disso, Lanis veio levantar a energia comigo antes da apresentação (mas tive que pedir para ela parar porque senão eu iria chorar hehehe). Mas bem... Eu deveria estar falando sobre a minha primeira atuação, né? Mas resolvi falar sobre isso antes porque foi um exemplo muito claro de como estamos sendo lançados constantemente nos picadeiros da vida. E de como isso não é, em hipótese alguma, algo gostoso de se sentir. 
E é assim que eu começo a falar sobre a minha primeira atuação: foi amarga. Não foi nada do que eu tinha idealizado. Não sei se pelo cansaço ou por ter sido uma "plateia" diferente da atuação que rolou na externa... Mas não foi fácil! Para mim, ficou evidente que estar no picadeiro é reconhecer os limites e, também, que saber finalizar o jogo também é saber jogar. Tinham crianças que eram extremamente abertas e compravam qualquer jogo, assim como outras que compravam o jogo, mas logo desistiam e depois desistiam de desistir e entravam no jogo novamente! A primeira criança com quem interagi foi a mais marcante pra mim. Apesar de ter entrado no jogo logo de cara, ela não foi fácil. Ela oscilava muito entre gostar ou não da brincadeira e ficava difícil de entender se eu deveria avançar no jogo ou finalizá-lo. No fim das contas, joguei até onde vi que poderia jogar e depois aceitei que nem sempre as pessoas estarão dispostas a me receber. 
É válido, também, falar do meu momento preferido da atuação: quando minha MCM viu um funcionário levando uma cadeira de rodas e disse "BOOOURA DE UBER PRO OUTRO QUARTO?". Ele comprou o jogo, sentei no colo de Pernélope e aquela foi a melhor viagem de Uber que já tive. Foi massa ter esse apoio dos funcionários do setor!!! 
Enfim, DB... É isso! Poderia estar aqui falando de como minha primeira atuação foi mágica etc, mas a verdade é que não foi. Só consigo pensar que o caminho vai ser imprevisível e desconfortável. Mas sabe o que eu acho disso? ACHO MASSA! Não teria graça e não seria tão gratificante se fosse fácil. Até a próxima semana!! ;) 

Obs.1: obrigada Muri por me ajudar na make!! 
Obs.2: obrigada lindovisores (Maroca e Kinhos) por todo o apoio e acolhimento que vocês veem nos dando! 

Com amor, 
Leonina Virgulina.