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sábado, 16 de dezembro de 2017

Ùltima atuação

E chegou, DB, a última atuação! Chega deu apertinho no peito... Mas o lugar não poderia ter sido melhor: alojamento coletivo!! Já tinha ouvido falarem de lá na reciclagem, mas foi a primeira vez que fui. Antes de tudo, o nome me enganou e lá é a MATERNIDADE! Minha felicidade ao saber que ia ver vários nenéns awn <3 Eu e Lori fomos pro banheiro, nos trocamos e fomos atuar. Ed e Anne não tinham tido uma experiência muito boa, o que me deixou apreensiva, mas deu tudo muito certo. Acho que nossa tática de conversar mais ajudou muito muito. Conheci muitos babys, principalmente menininhas. Conhecemos várias mães e acompanhantes legais também, todo mundo foi bem simpático. E elas já iam entregando os nenéns quando a gente entrava no quarto, precisava nem pedir haha Acho que foi uma das atuações mais rápidas da gente, e uma das que eu queria que tivesse demorado mais! Gostaria só de deixar uma obs. de como fiquei surpresa que tinham mães tão novas lá, inclusive uma de 14 anos... E voltamos, tiramos a pele, a máscara, e foi um tchauzinho pra o ciclo de 2017.2. Com uma dorzinha no coração, digo: até mais, PERTO!

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

onco, te adoro

E, na minha penúltima atuação, volto ao local da primeira. É louco pensar o quanto mudamos de lá até cá, como nossa conexão aumentou... O ambulatório de onco sempre vai ser meu xodózinho. As enfermeiras são uns amores e me sinto muuito bem lá! Dentre todos que encontramos no setor, um moço em especial nos reconheceu e sua esposa foi um amor com a gente!! 

Me fez lembrar o porquê de escolher entrar no projeto e ainda ganhei dois lacinhos pra minha coleção <3

(desculpa o DB curtinho, DB bom é DB feito. tô mortinha e queria deixar de ser mequetrefe...) RAI MELHOR LINDOVISOR

COBrança (queria fazer um trocadilho mas não achei um legal)

Olá DB!! Fim do período chegando e (tornando isso mais pessoal) fico divida entre querer logo que acabe (2017.2 não te aguento mais) ou querer continue (Recife meu lar, não quero partir). Esse sentimento se reflete no PERTO também, porque sei que o semestre tá acabando, as atuações também e logo logo vou trocar de MCM -chega dá um aperto no coração-. Eu e Lori conversamos um pouco sobre isso enquanto nos trocávamos... Enfim, chegamos lá no COB e eu já agradeci por ter ido antes com Rai, do contrário estaríamos perdidinhas! Nos trocamos no vestiário, o ritual pra subir a máscara (e dessa vez tinha até plateia), e saímos nos nossos "eus" palhaças. Aquele setor é, com certeza, um dos meus favoritos! Perdoa minha memória ruim pós semana de prova, não lembro nomes, mas conhecemos várias pessoas legais. Os encontros mais marcantes: um neném que chegou e se escondeu da mãe, tinha um nome estranho de um dos 3 reis magos, e ficamos andando por lá até que ele apareceu. Era o primeiro filho homem do pai. Teve uma mulher também que estava começando a sentir dores sentadinha numa cadeira no meio do COB, um moço que tava lá fazendo algo na barriga dela tentou explicar pra gente o que era (não deu certo). E, por último, conhecemos um homem multi-uso, que sabia fazer de tudo e fez uma SUPER MASSAGEM na nossa mão. Arrasou, boy! E, foi isso...

sábado, 25 de novembro de 2017

AEHO CLÍNICA MÉDICA (talvez, minha memória é ruim)

(Insira aqui outra desculpa por ser mequetrefe). Oi oi DB!! Na atuação dessa semana minha MCM está de volta, AE LORI. Sobreviveu à prova, uhul. Nossa atuação foi lá no andar de Clínica Médica. Ru Drigo pegou meu nariz semana passada, e como não consegui pegar de volta, nossa atuação foi com OS NARIZES PINTADINHOS (assim que conseguir passar pro computador venho atualizar aqui com uma foto nossa). O aquecimento dessa vez foi bem cult, com umas músicas francesas (a gente realmente tem que lembrar de trazer música) e seguimos pra atuação. Passamos em vários quartos, em um dos primeiros as moças já nos ensinaram como sobreviver aos vampiros que passavam de branco e tiravam sangue do pessoal! Seguimos andando, passando à frente os conhecimentos, e conhecemos várias pessoas legais. Um senhorzinho, em especial, estava fazendo aniversário no dia! Arrumamos um bolo, cantamos um animado parabéns e ele gostou muito. Aprendemos a fazer massagem de um jeito legal. Já disse que ganhamos chocolate também? Uma mulher estava dando alguns lá, nos parou e disse "estou dando isso aos médicos, mas vocês que são responsáveis por trazer alegria no dia-a-dia também" - ps. dividimos o chocolate com uma enfermeira-. Lembrei também daquilo que Gentileza disse nas oficinas, sobre estar atuando e encontrar pessoas conhecidas no corredor... Bateu um leve desespero quando esbarrei com um grupo de pessoas que conhecia, mas ficou tudo bem haha Foi uma manhã muito legal!! Baixou a energia, seguimos eu e Lori para nos trocar. Dissemos até logo às nossas palhacinhas, tiramos a máscara e corri pra faculdade a a aa

Ah, o COB...

(Insira aqui uma desculpa por ser mequetrefe). Oi DB!! A atuação dessa semana foi diferente... Começando que assim que saíram os locais de atuação eu chega gelei: O TEMIDO COB! Só lembrei de todas as reclamações do COB durante a reciclagem... Mas aí vem Rai, que ama o lugar, e diz que vai atuar com a gente. SHOW! Chegou o dia e, infelizmente, minha MCM não conseguiu ir (malditas provas). Fomos eu e Rai, então, caminhando para a mort.. digo, COB. Até roupinha P tinha nesse dia. Fomos nos trocar e subir a máscara em um corredor do outro lado, o que fez com que algumas pessoas acompanhassem nossa dança louca (experiência nova). Elephant Gun, e... Samara Soprano. A atuação dessa vez foi incrível, não estava mais tão intimidada pela presença de Rai. Logo no começo já tivemos a oportunidade de conhecer esterzinha, que nem tinha nascido ainda, mas já trazia uma alegria enorme pra sua família. A partir dali saímos passando nos quartos: rolou show gospel, rolou ensaio fotográfico, rolou beijinho na testa, mulher em trabalho de parto, enfermeira fantasma (sumindo com as pessoas), escalamento de parede... Dona Maria disse que a gente podia visitar ela na casa dela, enquanto a outra dona Maria era deixada por seu eterno amor, Fábio. Fábio, bobinho, nem pra segurar a mão de Maria... Ainda conheci Bah, amiga distante do meu companheiro Luigi. Quando a energia foi baixando, era hora de ir embora. Dessa vez foi bem difícil baixar a máscara, ENTENDI PORQUE RAI AMA O COB. Lavei a maquiagem (com sabão legal), e me despedi do COB com um “até logo”. Que dia, Db, que dia...

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

O diretor tentou se esconder...

Oi DB, olha eu atrasada de novo! (DESCULPA RAI LINDOVISOR VOCÊ É 10). Nossa última atuação foi na enfermaria de Onco, e acho que tenho um amorzinho pelos lugares de onco já que gostei muito de lá. Chegamos, nos trocamos, Lori tem um novo risquinho no braço, aquecemos e fomos atuar. No primeiro quarto já achamos um moço que veio lá da Coreia do Sul 40 anos atrás, seu Jung, que tava com a filha Sarah. Logo no começo, enquanto brincávamos com ele, ele mencionou que aquele era o “corredor da morte”, o que acabou contribuindo pra uma energia meio baixa... De fato, era um ambiente meio pesado. Mas fomos passando de quarto em quarto, com a proposta mais de ir conversando com os pacientes, e foi bem legal. Teve um quarto com 2 homens que eram donos de circo ou algo assim, que tentaram nos contratar (acabei ganhando um lacinho do outubro rosa). ACHAMOS O DIRETOR QUE TANTO PROCURAMOS LÁ NO AMBULATÓRIO DE ONCO, ele foi se esconder lá na enfermaria, vê só. O quarto mais impactante pra mim foi de uma senhora que estava em isolamento, já muito fraca. Demos um confortante abraço e beijinho na acompanhante dela, que era sua filha... No geral foi uma atuação que, apesar do clima, me encantou muito. Ansiosa pela próximaaa 

sábado, 21 de outubro de 2017

PARABÉNS PRA VOCÊ

Olá DB! A atuação dessa semana foi bem especial por dois motivos: 1) Depois de duas semanas de prova, trouxe um ar de alívio e 2) ATUAMOS COM O NOSSO LINDOVISOR! (Rai, que repetiu “não atrasem a postagem desse DB” algumas vezes). Atuamos no andar da Clínica Médica (aliás, o HC só tem 11 andares), o que foi uma experiência nova. Encontrei Lori e Rai logo na entrada, subimos, pegamos a chavezinha, encontramos Carol no caminho, e seguimos pra nos trocar. Rai nos leu um trecho de um livro que falava mais sobre ser palhaço, sobre representar e sobre ser. Após um animado aquecimento, subimos a máscara e, quando vi, já estávamos no corredor. Foi legal ver alguém diferente atuar, principalmente alguém que “já é macaco velho”, uma experiência nova. Passamos de quarto em quarto, conversando com as pessoas, quebrando as águas do hospital, e promovendo o encontro. Conhecemos Dona Marlene, que acha Fidel um gostoso e já dormiu com ele, uma Dianne (talvez) que faria aniversário logo logo em dezembro e ganhou um animado parabéns, uma Irmã que tinha uma língua muito bonita, Dona Maria que tinham listinhas iguais a mim, Cristiano que era irmão de Cristiane, um xerife malvado que nem nos olhou, uma mulher que brigava com quem não levava doce e pipoca e várias outras pessoas. Cada dia eu fico mais fascinada pela oportunidade de conhecer o HC assim, de um jeito tão diferente. A ideia de promover o encontro nunca me pareceu tão incrível.... Voltamos pro quartinho, para nos trocar. Fizemos uma breve análise de como tinha sido a atuação, Lori catou suas verdurinhas e seguimos pros nossos lugares. Cada dia mais agradecida por ter encontrado o PERTO <3 

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Não pisa nas linhas AAAaa

Querido DB, desde já peço desculpa de for um pouco negligente no relato dessa semana, mas época de provas acaba comigo. A atuação dessa semana foi na pediatria, finalmente pessoinhas menores que eu. Juntando as últimas 3 noites não tinha dormido nem 7 horas, então estava exausta, mas bem ansiosa. Saí da minha aula, fui encontrar Lori. Fizemos nossa lista mental de coisas que esquecemos (incluir a playlist de Rai nisso) e uma breve reflexão sobre como colocaram duas pessoas que só atrasam as coisas juntas. Nos trocamos no quartinho das enfermeiras, subimos a máscara e partimos pra atuação. Admito que, pelo menos pra mim, o cansaço pesou essa semana e minha energia não estava tão alta quanto deveria. Conhecemos várias mini pessoas, como a Taís que nos ajudou com um tourzinho pelo setor logo depois de todo um ritual para conseguir sair do quarto. No quarto dela também tinha Samara, minha xará, que foi uma fofinha com a gente. Seguimos pelo corredor, com cuidado pra não pisar nas linhas mortíferas, e encontramos Tales, que nos atacou com um monstro assustador e nos fez levar uma bronca por correr (“na verdade eu só posso andar rápido”). Continuamos andando com a ajuda da nossa guia e conhecemos Jessé, que relutou em interagir a tarde inteira até que se rendeu à brincadeira com uma espada que na verdade era varinha! No quarto dele também tinha uma menina, Helena, que do jeito dela veio ao nosso encontro. Conhecemos vários babies, um com uma luz azul misteriosa e outros que gostavam bastante de galinha pintadinha. Conhecemos o moço da limpeza e sua Ferrari preta, que nos convidou para darmos uma voltinha no seu carrão! Já perto do final fomos ao quarto de Alexandra, que já tínhamos visitado no começo da tarde, mas que não tinha interagido conosco antes. Era uma menina muito fofinha e inteligente, com 3 anos, que quebrou lápis, jogou bolas de papel em Lori e ainda ajudou na decoração do berço. Ao final, admito que as poucas horas de sono pesaram e já não tinha mais tanto controle sobre meu eu acordada. Ainda fico sem saber muito bem o que fazer na atuação, se estou ou não me entregando de verdade ao jogo, mas é como dizem: palhaço pronto é palhaço morto!

domingo, 1 de outubro de 2017

Cadê o diretor?!?

Parece que todos os dias de oficina e todos os aprendizados sumiram, embora eu saiba que estava tudo lá, guardadinho em algum lugar do meu coração. O dia começou ansioso, fui colocando a pele na bolsa e fazendo uma lista mental de coisas para não esquecer (o que não deu muito certo). Coloquei a playlist de Rai para tocar... "Vamos subir a energia"! Saí atrasada para o hospital, pra fazer jus a minha fama, e chegando lá encontrei Dinho, Rai e Lori (minha MCM). Subimos em direção ao ambulatório de onco, lembrando que pra mim o HC sempre será um labirinto. Chegamos, Lori nos apresentou e de cara pude notar a receptividade o pessoal conosco. Fomos nos trocar, colocar a pele (também ao som da playlist de Rai) e, finalmente, subir a máscara. Contagem de 1 a 10. Minha companheira é a melhor companheira do mundo. Admito que no começo não sabia muito bem o que fazer, acho que Lori também não. Demos voltas e voltas até começar finalmente a interagir, de um jeito meio tímido. Conhecemos uma senhorinha de Garanhuns que nos prometeu casa e chocolate quente durante o festival de inverno, mas não sabíamos como chegar lá... Andando ou ir de jegue? Eis a questão. Ela disse que tinha que ser de carro, então fomos procurar o diretor pra nos dar um trabalho e conseguirmos pagar. Achamos uma mulher que se dizia diretora mas que só queria contratar a gente como cobaia, não como andadora. Continuamos, então, a procurar o bendito diretor. Avisamos todo mundo que estávamos procurando ele, pra caso alguém o achasse. Passamos de um cômodo para o outro, várias vezes, até que encontramos dona Silvia, que foi super simpática e até nos mostrou uma foto que o médico tinha pedido pra ela tirar. Ela ainda insistiu muito para que Lori dissesse o que ela fazia "de verdade". Depois de explicar várias vezes que era realmente uma palhaça, complementou com um "palhaça escutadora", o que foi suficiente para dona Silvia. Caminhamos mais um pouco e conhecemos também João Paulo, que parecia perfeito para o papel de amarrador de cadarços (prometemos que se a gente conseguisse encontrar o diretor pediríamos um emprego para ele também). Ainda buscamos água em uma fonte misteriosa, fizemos tatuagens sinistras (Mickey-beija-flor e barata morta de Baygon) e conhecemos uma mulher com uma blusa de Paris, que não estava tão aberta no começo mas depois acabou interagindo. Chegou a hora do almoço (minha barriga já estava roncando, inclusive) e com ela a nossa hora de ir. Deram risadas quando passamos, agora sem máscara e pele, pela recepção. Logo na saída, a mulher da blusa de Paris veio nos dar um abraço, o que foi bem inusitado já que ela foi uma das mais fechadas durante a atuação. O resumo do dia seria o meme do menino do ídolos, que usei uma vez durante a formação: UM TURBILHÃO DE SENTIMENTOS!