Mostrando postagens com marcador Flora Pinica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Flora Pinica. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 3 de março de 2015

Na onco, mais uma vez!

Por Flora Pinica

Mais uma vez na Onco. Mary Bond sempre arrasando com seu jeito difícil de ser, haha! Super me divirto com ela, tagarela toda! Hoje a Onco estava lotada de pacientes, todos muito lindos e cheios de histórias para contar! Foram tantas histórias de amor, de vida, aprendizados, tantos olhares lindos (dona Marieta!)... Tudo o que eu queria para uma última atuação do semestre! 


segunda-feira, 2 de março de 2015

A dor da Onco

Por Flora Pinica

 A onco foi uma surpresa para mim e Bond. Aqui posso falar apenas por mim, lógico. Achei de uma tristeza tamanha ver tantas pessoas com dor, muita dor, e disfarçarem a dor ao nos ver chegar. Um senhor, chamado mão de onça, foi o que mais me chamou a atenção por isso. Incrível a força que ele estava tendo para jogar com a gente, ao mesmo tempo que sofria, em silêncio, com a dor. Tantos outros pacientes que não queriam jogar porque estavam com dor ou porque estavam debilitados mesmo. Havia um paciente chamado Lourenço, tão fofo! Extremamente simpático juntamente com sua filha. Até que, lá fora, encontramos Vona (nome artístico). Ela não queria nos deixar ir embora! Como é bom isso, KKKK... Amei de coração! Bond se superando com sua facilidade de dar o número do celular ( e se achando difícil, porque está difícil). 

A onco foi divertida, apesar de ver tanta dor nos olhos dos nossos queridos pacientes. =(

=*

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

#CagaNaLata

Por Flora Pinica

Esse foi o nome do bloco que a querida Janete, na nefro, falou pra a gente. O bloco Caga Na Lata sai em Afogados, segundo a paciente! E toda a atuação girou em torno do nome desse bloco. Foi extremamento divertido poder atuar com mais quatro clowns! Pandolfo recebeu conselhos amorosos e tudo de uma paciente. Ela queria pegar na gravata dele e tudo, haha! Aaah, como o clima de carnaval nos deixa ter tantos jogos diferentes. Sobre a nefro, pela primeira vez gostei de estar por lá. 

Depois subimos para a pediatria, e de cara já encontramos uma princesa autoritária, que mandava e desmandava nos seus súditos. 

Muito apaixonante esse clima! =))

Desculpa a demora em escrever! Corre corre danado desde esse dia!

=*


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Pediatria bem calma...

Por Flora Pinica

Hoje a Pediatria me surpreendeu: um mar de calmaria. Fiquei sem acreditar no final da atuação. Só teve um pequeno agito, um tal de pega-pega, com o pequeno Valter (muito fofo). Encontramos um pintor lá, Sandro o nome dele. Levamos reclamação dos doutorandos de Medicina, porque em certos quartos não poderíamos entrar sujinhas: deveríamos sempre lavar as mãos. E estão certos, realmente. Com o jovem pintor, ajudamo-lo a fazer os exercícios de fisioterapia, tão cansativos para ele. Foi muito interessante perceber o limite de uma criança tão frágil, mas, ao mesmo tempo. tão forte com aquele olhar e um sorriso envergonhado no rosto. E Davi... Que bebê (7 meses) mais gostosooo! E que olhar mais vivo! 

Desculpa o atraso! A intervenção foi no dia 03/02/15.

É isso. 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

7° andar com amor

Por Flora Pinica


Desculpa o atraso!

A nossa atuação começou já encontrando André, nosso querido enfermeiro que não gosta da gente, hehe! Hoje, encontramos milhares de pacientes que seriam submetidos a cirurgias naquela semana. No meio do corredor, encontramos um paciente (seu Luizão, mas, na verdade, seu nome é Manoel) e começamos um jogo massa, perguntando para onde ele iria. Dois Irmãos? Quatro Irmãos? E havia um quarto com quatro homens, todos muito simpáticos e atenciosos conosco. Havia um outro leito também de um torcedor fanático do Náutico, e eu sou Sport. Já viu, né? Mas foi tudo na paz! Houve leitos em que os pacientes não estavam querendo jogar, não queriam nos receber. Entendo-os perfeitamente. 

Aos poucos, Flora Pinica está voltando. Me sinto ainda muito enferrujada, queria uma nova reciclagem! Ficaria tão feliz! 

domingo, 25 de janeiro de 2015

Enferrujada no 10° andar

Por Flora Pinica 

Há quanto tempo que não escrevo aqui, Confesso que senti saudade daqui. Enfim, vamos lá à minha desastrosa volta às atuações depois de milhares de semanas sem estar nos corredores do HC. Me senti péssima, não vou mentir. Parece que aquele pique que você mantinha todas as semanas sumiu! Não curti nem um pouco e pretendo nunca deixar isso acontecer novamente (apesar de já estar no final das atuações do semestre). 

Fiquei meio desconfiada com minha atuação, não sentia aquele clima de descontração, não consegui me jogar no vazio. Conhecemos milhares de pessoas, mas acredito que fiquei muito passiva na atuação da semana. A energia não subiu completamente, não senti tudo aquilo que sentia antes, 

Desculpa, mas não tenho muito o que falar. Foi desastroso, não consegui. Literalmente enferrujada. Parecendo um boneco de lata.

=(

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

A Pediatria rende até hoje!

Por Flora Pinica

Gostaria de pedir desculpas pelo imenso atraso em compartilhar aqui com vocês a minha experiência com a Pediatria. Mas, ao parar para digitar tudo isso aqui, sinto quase que a mesma energia no ar. É incrível como ela nos marca. Senti muita emoção ao encontrar o olhar de uma criança de aproximadamente um ano, um ano e meio. Nós nos encontramos embaixo do berço dele. Eu estava ajoelhada e ele veio me encontrar. Meus olhos ficaram marejados na mesma hora. Não consegui conter as lágrimas. Logo em seguida, ele veio encostar o narizinho dele ao meu! Posso dizer com toda a certeza do mundo que foi um dos momentos mais lindos de minha vida! Não há explicações, não há. Tinha um outro bebê lá, acredito que tinha uns 7/8 meses. Que olhaaaar magnífico! Que expressão, que diversão, que encantamento! É sério, até hoje eu não consigo explicar tudo o que eu senti. Participamos da brinquedoteca tbm! Quando estávamos prestes a entrar, Valentina (uma bebê de dois anos) chegou e correu pros meus braços! Morri ali! Havíamos passado pelo quarto dela, e o nosso limite espacial foi bem afastado, ela estava um pouco abusada com a doença dela. Logo em seguida foi atrás da gente! 

Tanta coisa boa, né... Tantos momentos mágicos, tanta bolada que levei das crianças e de Surdete. Havia adolescentes também sendo atendidos na Oftalmo, que fica no mesmo andar. Alguns queriam jogar, mas outros queriam me paquerar. Não sabia que eu era uma palhaça assim tão charmosa e BOA, como um deles me chamou. Fiquei tímida, me retraí, mas depois melhorei. Não consegui jogar com ele. O adolescente realmente se apaixonou por Flora, quem diria! 

É isso! Ou não, isso e muito mais. Infelizmente digitar meus sentimentos nunca foi tão difícil. Mas o que eu sinto aqui, não cabe em disco rígido algum.

Beijos =*

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Na vibe do 10o andar.


Por Flora Pinica 

Esta foto representa o que há de melhor nas minhas terças. O 10o andar hoje nos reservou milhares de surpresas, como nunca havia esperado. Nos jogamos no vazio e acabamos por percorrer intensamente todos os corredores ali existentes, seja pro norte ou pro sul. Quando estávamos nos arrumando, Surdete deu a ideia de pintar minhas espinhas (estão sendo um dilema para mim). Curti e seguimos o nosso caminho. Também pedi auxílio, dizendo que não estava bem, blá, blá, blá... Saímos e fomos. Começamos em um um quarto em que havia uma senhora fazendo crochê! Tão fofa! Em um outro leito encontramos tantas idosas! Sei que uma delas paquerava com Neymar (estava passando o jogo do Brasil no momento), e que eu estava ontem com Júlio César aqui em casa. Foi muito divertido. Mais ainda quando conseguimos conquistar um sorriso de seu Biu! Recebemos dele nota 7 (Surdete) e eu, oito. Recebemos nesse mesmo quarto a fitinha do senhor de Paudalho, local em que uma das senhoras reside. Muito, mas muito amor (L)! Marcamos um churrasquinho com seu José também! Oooolhe, sei não. Sei que estou cheia de compromissos durante o mês de dezembro! Surdete conseguiu arregar dois pedaços de bolo de um enfermeiro que estava se despedindo! En en! Queria até pedir desculpas a ela, porque não estava me sentindo meio que à vontade com todos eles ali. Enfim, ela sabe. Descobrimos que temos 3 avós também no outro corredor. E sempre nos corredores correndo muuuuito com meu jumento! Sempre, sempre e sempre!

O que mais me chamou a atenção durante toda a atuação foi que conseguimos manter a energia lá em cima, que só teve que diminuir quando estávamos perto de ir embora mesmo, por conta da hora.

=)

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Corre, corre!

Por Flora Pinica


Mais uma vez, estávamos no sétimo andar. Vimos dona Marlene novamente, uma senhora da qual falei quando fomos pela primeira vez ao sétimo. Ela estava tão cansada, reflexos da cirurgia a que foi submetida. Foi meio deprimente vê-la desse jeito, já que há algum tempo antes ela estava tão bem. Mas seguimos o nosso caminho e paramos em um quarto em que havia uma família inteira dando apoio ao pai. Tão fofos! Havia uma criança, de aproximadamente 11 anos. Era perceptível o quanto que ela estava se divertindo com a nossa presença ali. Chamei-a para uma competição: correr pelo corredor do sétimo andar. Ela ficou meio assim no começo, sem acreditar, mas no final das contas fomos! Dei o meu primeiro passo, e ela hesitou, mas logo em seguida correu que nem um foguete! Hahaha, foi muito divertido. Já que ela ganhou, demos uma lembrança, uma luva mesmo cheia de ar, parecendo um balão. Disse para que tomasse conta do meu galo! Hhahaha! Ai, foi tão bom! No leito seguinte, conseguimos por para fora o nosso lado Fábio Jr! Cantamos Alma Gêmea com uma acompanhante do paciente, dançamos Calypso.. Pelo amor! Foi extremamente lindo! Hahaha! Surdete se superou cantando! Não tem ninguém que a segure!

Amei minha atuação da semana passada! De coração! Sinto que estamos progredindo! (L)

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Na Nefro, tinha uma pedra...

Por Flora Pinica

Gostaria de começar esta postagem, primeiramente, pedindo desculpas a mim (meu palhaço) e à MCM, Surdete. Hoje não era o meu dia: doente, cheia de dor no corpo e calafrios, que me incomodaram bastante durante a intervenção. Minha energia baixou rapidamente, não conseguia ficar em pé, não conseguia encontrar minha MCM e, principalmente, meus queridos paciente e clown. Foi terrível hoje. Também me senti um pouco mal com as suturas dadas nos pacientes por conta dos cateteres que antes havia em seu pescoço. Estranho isso. =(

Mas vamos lá resumir como foi a atuação... Chegamos, nos arrumamos, nos preparamos. Saímos e fomos direto para a área da hemodiálise. Achei dificílimo atuar lá. Poxa, muita gente triste, principalmente idosos, já sem esperança alguma no olhar. Mas houve uma senhora que me tocou, a dona Luíza. Me encantei por ela assim que entrei na área da hemodiálise. Desenterrei uma Luíza da história antiga para mostrar a ela que ela, ali, naquela situação, era uma guerreira mesmo há sete meses lutando contra sua doença. Minha MCM perguntou onde ela queria estar se não fosse no hospital; ela respondeu que não sabia, chutei que na igreja. Ela parou e disse: isso, na igreja. E então senti que a vontade dela de sair dali aumentou, pouco, mas aumentou! Estarei torcendo aqui pela sua recuperação! 

Em um outro leito, encontramos dona Edite (L), muito atenciosa e ama falar sobre a sua vida, principalmente sobre o ex marido, que adorava fazer filho com ela, KKKK... Mas foi aí que começaram a bater as dores no corpo. Não queria que a minha energia caísse de vez. Até que minha MCM disse: bora pra casa, Flora, você não está bem! Obrigada, Surdete!

Peço desculpas novamente ao meu Clown e à querida Surdete. 

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

No 7o andar...

Por Flora Pinica

Mais uma atuação com a minha MCM, Surdete Repete. Nos trocamos, nos maquiamos e já começamos a atuação assim que saímos do quarto dos enfermeiros. Para variar um pouco, mais uma vez começamos pelo final do andar, dando aquela carreirinha básica que sempre damos. No primeiro quarto, havia quatro mulheres simpáticas. Havia Dona Maria que estava lá por conta do cansaço. Como estávamos correndo, convidamo-na para correr junto com a gente. Ela disse que não poderia, porque estava muito cansada. Dissemos: vamos correr na cama? Eu dei o meu braço a ela, Surdete, o dela, cada uma ao lado de dona Maria, e ela correu deitada, mexendo as pernas, haha! Foi muito fofo esse momento! Fomos a outro quarto e arranjamos mais um companheiro amante para Surdete. Seu Valdir foi muito atencioso conosco, conhecemos a sogra de Surdete e tudo! Havia uma outra senhora também chamada Marlene. O cabelo dela para mim foi o que mais me marcou na atuação. Parece besteira, mas fiquei encantada com o cabelo dela, com a tiara dela também! Também arranjei outra briga com outra empregada doméstica, KKKKK... Esse meu nome tá dando o que falar, viu? Tô amando tudo isso. Consegui usar meus narizes novos no meio da interveção!  =)))

Quem estava na Enfermagem foi a namorada de Gentil (L)! Ô, mundo pequeno! 


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Um fora discreto..

Por Flora Pinica


Minha MCM e eu fomos ao Alojamento Conjunto, mas confesso que não estava muito determinada a focar todas as minhas energias ao meu palhaço. Nos arrumamos e fomos. Decidimos começar a intervenção pelo final do corredor. Encontramos mães com seus bebês e uma delas, logo em seguida, nos deu um fora =( Um fora discreto, dizendo que bebês gostavam de silêncio. Olhei para a minha MCM e partimos. Não soubemos como lidar com aquilo. Meus olhos se encheram de lágrimas, e digo que, ao digitar isso aqui e reviver o fora que levamos, faz novamente meus olhos se encherem de lágrimas novamente. Procuramos um outro quarto para intervir e encontramos mães mais dispostas aos jogos, que gostariam de participar deles. Também conseguimos conquistar as mulheres que estavam limpando o corredor do alojamento. Uma tinha a cara bem fechada para nós, mas consegui quebrar o gelo, quando descobri o seu nome. Foi muito divertido. E foi nesse momento que minha energia começou a aumentar, corri pelo corredor, olhava "vivamente" para as pacientes. Curti apenas o final mesmo da intervenção. 

O alojamento conjunto para mim foi o mais difícil até agora. Não consegui lidar com as mães em muitos momentos. Fiquei parada muitas vezes observando minha MCM, porque eu não sabia como agir. Tentei me jogar mil vezes no vazio, mas é como se eu fosse uma estátua mesmo, não consegui. Consegui apenas no final... =/ 

Léo e Babi, fiquei sabendo que vocês estavam atrás da gnt, KKKK.. As meninas da limpeza nos contaram! 

=)

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Dona Auta quer alta!

Por Flora Pinica

O segundo dia já fui um pouco menos nervosa até o 11o andar. Encontrei minha MCM Surdete Repete, e desenrolamos um banheiro para trocarmos de roupa. Quando saímos do banheiro, já energizadas, resolvemos ir até o último quarto do corredor, onde encontraríamos uma das senhoras mais simpáticas deste mundo: Dona Auta. Não sobrou piada com o nome dela, muito menos com o interior em que ela reside (Belmonte). Criamos jumentos imaginários, desbravamos sua fazenda e, ainda por cima, testemunhamos um casamento. Casamento de Surdete com o paciente de um outro quarto, Seu José Amaro. Foi muito engraçado, foi maravilhoso! Eu não conseguia parar de rir, não conseguia. Em outro momento, fomos ao quarto de seu Ignaldo (?). Ensinamo-lo a dançar cúmbia, ele nos ensinou a dançar bolero e assim foi... A tarde foi muito proveitosa ao lado de minha MCM! Percebo que quando nos encontramos já notamos quando devemos ficar em um quarto ou sair dele. Digo isso porque havia um quarto lá com uma paciente que estava realizando exames de sangue e ela parecia muito receptiva, entretanto aquele não era um momento para "brincar". A enfermeira não estava acertando a veia dela também, então resolvemos dar um pulinho em outro quarto! =) 

Conhecemos também um rapaz (acredito que faça Medicina) e ele nos viu e se apresentou como Fernão! Quem sabe ele não foi um palhaço também, né?! 

Clínica Médica vai deixar saudades! Pacientes, enfermeiras e pessoas que trabalham na limpeza muuuuito simpáticos! E, sobretudo, receptíveis aos nossos jogos! 

Obrigada!

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Um COB que eu não conhecia

Por Flora Pinica

Posso dizer que hoje, o dia de minha primeira intervenção, foi uma caixinha de surpresas! Fiquei muito nervosa, estava sentindo tudo muito intensamente (quero ser bem enfática mesmo!). O nervosismo começou desde a primeira reunião com os velhinhos, que nos esclareceram milhares de dúvidas. Hoje, eu me perguntava mil vezes: como vou intervir com todas aquelas pacientes sentindo dores ou preocupadas com os seus bebês? Como poderei me chegar nelas, sendo a mais delicada possível, com todo aquele cuidado para não deixá-las mais tristes ou irritadas? Todas essas minhas perguntas foram resolvidas com uma única resposta: se jogue no vazio. Minha MCM, minha querida Surdete Repete, foi tão atenciosa comigo! Nos maquiamos e nos vestimos ao som das músicas que embalaram a oficina e, já quando colocamos a máscara, ela olhou para mim e disse: é apenas você aqui. E, quando ela me disse isso, por incrível que pareça, fiquei muito mais calma. Surdete puxou a carroça, dando boa tarde aos familiares que esperavam ansiosamente por alguma novidade, mas foi ela indo na frente e eu atrás pegando o embalo e sentindo o clima de estar ali, naquela sensação totalmente desconhecida até então. Quando abrimos a porta do COB, as impressões foram as mais diversas possíveis: eram sorrisos, eram perguntas com o olhar... Na intervenção, fomos desde o céu até o uso das tecnologias. O quarto que apelidamos de Céu era lindo: três grávidas que as chamamos de Anja, Maria e Jesus. Já o quarto das tecnologias foi repleto de fotos de celulares. Confesso que houve um momento em que não aguentava mais ficar como modelo saindo em fotos (espero melhorar nas próximas). Além desses quartos, ficava muito divertido quando algumas pacientes me reconheciam, dizendo que eu era a médica dali (kkkk..). Meus olhos riam tanto nesse momento, eu não conseguia esconder. Em um outro quarto, já conhecemos também nossas sogras! Médicos e enfermeiros também participaram dos nossos jogos e encontros. 

O que eu achei mais difícil no COB foi manter a energia. O COB é pequeno, são poucos quartos e havia mulheres que estavam mais fechadas, sem querer papo. 

É tão maravilhoso estar atuando! Obrigada à Surdete Repete pelo apoio! Ele foi fundamental para que mantivéssemos os nossos encontros e a energia daqueles momentos!