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sábado, 26 de agosto de 2017

Enf Onco

QUE SAUDADE QUE EU TAVA. Esse setor foi bem importante no meu ciclo com Giuli (saudades MCM <3) e fazia teeeempo que eu não vinha aqui. Vivi e Biazinha foram comigo e eu não tenho palavras pra descrever o que foi que aconteceu. Só lindeza. Tô feliz principalmente por não ter corrido pra janela (sentido figurado) - o jogo pediu uma ação e eu desfrutei dela sem precisar tirar a camisa no meio do setor: deu tudo certo. Amém viu. Obrigado MCMs, vocês são incríveis <3

Nefro

Foi doidera. Não sei nem descrever. A nefro tava muito pesada e isso foi tenso em alguns momentos. Mas teve muita flor também - um abraço que salvou, um olhar que puxou pra cima, um carta que entrou mas que entrou errado. Sei lá. Só queria reafirmar a importância do MCM: Tascha, obrigado por ter essa importância e por ser essa amigona pra todos os momentos: pras merdas e pras flores. Amo tu.
Aprendi muito sobre percepção e sobre cuidado. Sobre atenção e sobre cuidado. Sobre merda e sobre flor. Ainda bem.

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sexta-feira, 7 de julho de 2017

Dando tchau pro ciclo

Já comecei saudoso. Vesti uma cueca especial (de copinho rs) pra presentear minha MCM e ganhei um cartão mais fofo do mundo da melhor companheira do mundo!!! Lua se juntou a nós hoje :D Alongamos e subimos das formas que elegemos as melhores do ciclo - contando história e cantando oração... subir a energia hoje foi incrível. Revisitar o ambulatório onco foi também. Senti muito a atuação de hoje e muito das atuações hoje. E apesar de cada dia no setor ser um dia novo, hoje foi um novo cheio de detalhes que marcaram o ciclo. Teve mudança de nariz CERTA. Teve telepatia com nena. Teve MCM novo na atuação (Lua, que abrilhantou muito o dia <3). Até São João teve na atuação de hoje. E a gratidão que sinto no momento não se coloca em palavras (é MUITO obrigado por isso, Nena <3). Bundinha bundinha rolou que a gente nem percebeu de tão natural. Amo minha MCM. Amo estar PERTO. E já amo os que tão pra chegar. VEM NOVO CICLOOOOO!

sábado, 24 de junho de 2017

Entre a (Toda)brisa e a Vendaval

Duas MCMs lindas pra atuação de hoje, e muita vontade depois do São João da onco. Achar lugar pra se preparar foi difícil, mas no fim das contas rolou. Sinto que não acordei o corpo como devia mas quando vi já tava no setor e era tarde demais. Demos de cara com um rapaz com um carrinho, levando uns insumos médicos pra algum outro setor; tava sem habilitação e sem liberação da carga assinada.Os quartos tavam vazios, meio no clima do feriado que se chegava. Em algum momento, saímos de um quarto nos afogando nem lembro mais em que - Nena tirou onda nessa saíde, momento WOW do dia. Os funcionários do hospital eram muito dedicados - em suas teses de mestrado e doutorado em fofoca e adjacências (vários contatinhos e técnicas relacionadas à sedução; comentários da balada e suas tecnologias, entre outras). Demos de cara num muro - um não muito contido, sofrido e angustiado - se afastar dói quando estar perto é tudo o que você pode fazer por alguém. Por outro lado, o isolamento não isolou a paciente, muito menos suas visitas - e isso foi massa demais. Elisa Todabrisa foi só leveza - e um olhar terno bem reconfortante.Fez plástica no povo tudo. Em algum momento eu disse à Rainha da Pamonha que mais tarde ela teria o privilégio de ver meu milhão (limites???). Ela estava embriagada com muita tequila, uísque e vodca, então provavelmente nem ligou - até porque suas companheiras de quarto estavam DES-MAI-A-DAS da festa que tinha rolada uns segundos antes da gente entrar no quarto. Eu, Todabrisa e Vendaval vamos abrir uma academia de exercícios cotidianos - já temos aluna. A atuação foi leve como o ar mesmo... e o que esperar quando se está ao lado de uma brisa de pessoa e de uma mulher virada que nem vendaval?

São Joãonco

Foi no sacrifício, mas foi. Mais uma vez estar presente me faz estar ausente - num lugar que precisava menos de mim (e do qual eu precisava menos). Inicio apertado com seis pessoas numa sala em que cabem três; mas o que seria do palhaço sem os 48 anteparos em que barroar e tropeçar? Eu sei que a gente subiu, entrou no setor e dançou forró. Teve aniversário e tudo - e uma tentativa frustrada de quadrilha. Mas, longe de tudo isso, tinha uma senhor (cujo nome desconheço/cemos) com um olhar literalmente único e uma lágrima tão marcante que nem sei mais o que falar desse dia. Se tivesse de escolher um momento de todo esse processo que é ser palhaço seria esse: aquela lágrima.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Cuida do jogo – e de você também, Mauríciooo!

Antes de mais nada, essa atuação foi massa simplesmente porque Tascha atuou comigo e com Nena!! Como se não bastasse, foi num setor mega importante pra mim, onde rolou uma atuação muito intensa no semestre passado: Enfermaria de Oncologia. Eita laiá. Foi ressignificação total. Muito jogo, muita energia e um posto de enfermagem SEM IGUAL. Jogar a três foi do caramba, bem dinâmico, funcionamos bem que só – até porque teve alguém pra dizer à moça que tava falando das remelas de outra palhacinha que ELA QUEM ERA REMELENTA KKKKKKKK (Antonieta ). O que achei muito WOW foram os momentos de cortar algumas pessoas que talvez tenho se insinuado demais pra as palhacinhas MCMs que tavam comigo: sem igual, nada paga as carinhas de surpresa ao ver o bundão do Maurício fazendo a dança do  ventre ao invés de Antonieta ou Diana! Enfim. De verdade, o setor é outro pra mim hoje. LEMBRAR DE TOMAR MAIS CUIDADO, AS MCM TALVEZ TENHAM SALVADO MINHA VIDA – Fica aí a reflexão. 

Carinho

Eu acho que aprender a fazer carinho – e aprender junto – foi a delícia desse dia. Versolina e Diana foram lindas demais e foram verdadeiras MCMs. Mesmo que sendo um pedido do jogo não saber fazer carinho, e aprender aos poucos, é uma realidade que foi bem extrapolada pra atuação. Enfim. Esse setor é sempre marcante pra mim, com sorrisos como os de Dona Já Disse; A descontração de pessoas como a Senhora do Cabelo Lindo (que era casada com o Seu Desenrolado Demais); A fé de gente como Dona Quente Pegando-fogo. Esses dias me fazem querer estar cada vez mais PERTO. Os jogos foram bem coletivos e to feliz porque Diana e eu tavamos sentindo a falta disso nas nossas atuações. Topper. 

As aventuras de Diana e Maurício na roupinha de bloco e a volta da gravata borboleta

Eu tava era nervoso, mas dessa vez eu tentei não passar isso pra minha MCM. Acho que não falei muito de como tava nervoso. Dessa vez, o desafio começou com o local de se preparar pra atuação e de subir o nariz: longe do setor em si. Mas foi massa, Nena é show demais nisso de inventar aquecimento/alongamento/acordamento de corpo. A gente foi de muambeiro pro setor e foi uma onda, mas me segurou um pouquinho na subida de energia. Da atuação: muitas barrigas, alguns bebês e poucos nomes. Uma pessoa que não gostava da gente mas na verdade amava a gente. Um remédio muito perigoso administrado por uns palhaços. Um aluna incomodada – óculos vermelho de reprovação. Falta dialogar na atuação com Nena – ela sentiu isso e eu concordei – Bora jogar junto nega. O setor foi incrível – atuar sem pele é doido, mas o suspensório ficou muito bem em cima da roupinha de bloco ehehehehhe.  No mais, minha gravatinha is back

NefroPed? Que setor era esse??

Nena tava era ansiosa pra esse setor, digo mermo: fiquei ansioso junto que MCM é pra isso Achamos um diamante lindo, achei que era de alguém da enfermagem. Fomos dançarinos, depois disso. Rolou olhar intenso, dois olhos reconhecendo dois olhos. Enfim entramos no quarto da hemodiálise e dona Vera tirou onda demais com nós, até um “trava-língua” meio ambíguo de um pico de algum lugar hehehehehe. Dona Vera é virada. Deixou a gente casado sem saber por quê. Uma moça do cabelinho curto – da qual o nome esqueci ): - também me encantou. Todo o tempo Dona Vera chamando nós e sendo possessiva, e muito fofa. EIS QUE SURGE UMA CRIANÇA NO SETOR. Não sei de onde saiu. Me fez palhaço. Cansamos.


Fomos LÁ e demos o cu-tovelo

Eita que o dia era de tensão (pré duas provas -vish), mas nada como atuar nesses dias  pra descobrir que eles são os melhores de se atuar! Foi dia de Diana Vendaval ser reconhecida por paciente (na ocasião em que conhecera a dita paciente, ‘Diana’ não tava comigo... tô diolho viu, tá trocando o MCM né?!?!). A gente conheceu modelo da playboy – no corredor do 11 sul, fazendo pose em cima da mesa. Rolou também muito jogo em família, com um casal de irmão sensa. Fomos feitos de besta demais nesse dia, os seguranças do setor não deram sossego e as enfermeiras – uma até já conhecida – não deu trégua. Acho que no final a gente coroou a atuação com uma senhora doidinha demais e cheia de carinho no coração: fomos lá e demos o cu-tovelo junto com ela. 

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Eu queria era mais!

Duas atuações na semana!! Uma com Xena, na segunda e hoje fui brilhar o olhar com Tascha no alojamento conjunto... Expectativas muito mais do que excedidas, de verdade. Que dia, que setor, que MCM linda (Além de amar atuar com novas pessoas, ameis ainda mais atuar com Tascha, já que a gente já tenta há um teeeempo fazer acontecer esse encontro). Aprendi muito sobre aproveitar a abertura que as vezes a gente tem, quero muito pôr isso em prática. E o setor tava muito aberto, a gente foi polícia, ladrão, agente de viagens e ainda seduzimo as meninas da limpeza. No fimzinho, ainda curamos uma das enfermeira com três voltinhas e um pulinho. Ela ficou boazinha. Não sei o que falar a não ser OBRIGADO OBRIGADO OBRIGADO.

Três batidinhas do sapato e: sumimos.

Chegando no setor a gente vê uma multidãozinha no corredor: O Caminho. O desafio tava lá, lançado, antes mesmo de a gente se preparar pra a parada. Enfim. Esqueci o sapato – ATENÇÃO MEQUETREFE DO CACETE, NÃO ESQUEÇA MAIS. Mas a vida continuou. Observação para: acho que foi uma atuação foda. Daquelas que ficam na memória. Encontramos pessoinhas muito incríveis. Fomos feitos de trouxa pela senhora com o sapato mágico, que fez a gente sumir com três batidinhas. Ensinamos bundinha-bundinha. Desfilamos e posamos pra um ensaio fotográfico – nesse momento eu tava falando alguma língua europeia que não sei definir bem. Pedro atuou com a gente e espero encontrar ele algum dia com o narizinho no rosto. Inclusive, meu próprio nariz saiu do lugar por um momento – e foi um baque absurdo pra mim. Menos mau que ninguém notou e eu corri doido e achei um quartinho pra me ajeitar e me vestir de novo com minha máscara que revela mais do que esconde (e foi me vestir mesmo, porque me senti despido demais). Apesar desse momento que tenso, foi só lindeza, e só lembrei que tava de chinelo e meia e apertado pra fazer xixi depois de horas. O Caminho lá no andar foi um desafio massa. Pra a próxima vez que acontecer, lembrar de me conectar mais com a MCM – o que vinha acontecendo bem demais e que dessa vez fugiu da mão. E, apesar dos pesares: FOI SHOW DEMAIS.

Ninguém pode entrar duas vezes no mesmo rio!!!

Tudo novo, de novo. Ambulatório de Onco pela segunda vez seguida, e pareceu a primeira vez novamenteee. Apesar dos contratempos (probs com as peles hehehehe), subimos a energia e partiu setor. Ao contrário da primeira experiência lá no Ambulatório  Onco, nossa segunda visita a esse setor foi o dia de ralar pra conseguir jogo. Foi doido, mas no fim das contas a gente suou muito e conseguiu interagir com o povo, e cada pequena reação significava tão mais!!! E foi um movimento mais do que discreto e MUITO intenso que encerrou essa atuação: a sensualidade de um erguer de sobrancelhas sem igual. Conseguiu passar pelo portão do charme e sedução com muuuuita folga. Depois de respirar fundo e desce o nariz, chegamos à conclusão de que os dias difíceis no setor não necessariamente são os piores, e conseguir tirar o melhor dessas situações é incrível. Muita gratidão.

Mil espaços em um.

Eita que chegou o dia do Ambulatório de Onco! Ainda mais com duplinha nova, que é pra a atuação ser completa. Encontrar Xena foi incrível, cada segundo foi de explosão... E a gente subiu a energia com Olha a Explosão tocando, de fato kkkkkkkkkkk a parada já começou arrochada. Depois disso, foi energia lá em cima, muito jogo e muito amor por esse setor. A complexidade do que está acontecendo lá é proporcional à profundidade daqueles pessoinhas, fortes, batalhadoras e cheias, MUITO CHEIAS, de vida. Os jogos foram incríveis, dancei forró, Gretchen (ganhei a batalha contra Diana, inclusive), conheci ‘A mais linda e mais bela’ e fizemos um concurso de modelo/fotografia. Além disso tudinho, ainda fugi da enfermeira que tava doidinha pra me furar porque eu sou sem vergonha segundo ela. Mai vê mermo um negócio desses. Diana queria ver minha ruína e no final levou revés: a vacina era pra dois, ela e eu. No final das contas, o ambulatório foi tudo menos estático – cada metro quadrado era um mundo! E vamos simbora que agora só falta o COB! Obs.: Obrigado, MCM, pela generosidade de hoje Desculpa pelos PEN e obrigado por todos os muitos WOW.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

A tão esperada Pediatria

Começo admitindo que sou mequetrefe. Quase 10 dias depois de atuar que tô escrevendo o DB :P
Mas né, depois do erro não há nada. A pediatria foi tudo que prometeram, e mais. As crianças exigiram mais, os jogos eram mais rápidos, as mães queriam sempre mais. Muitos encontros. Ingrid, Xuxa e Laurinha (que nos alugaram, diga-se de passagem). Samuel e sua luta pra pegar em meu nariz (PEM) e Júlio se fazendo de difícil. O jogo na pediatria é único. O dia na pediatria voa.

domingo, 4 de dezembro de 2016

1, 2, 3. 10 Sul

Eita que saudade danada desse gostinho de tinta que fica na boca, desse calor arretado e do friozinho na barriga acompanhado de calor no coração! Não como é isso que dá na cabeça, é saber que é essencial mas não saber o que é. A gente só sabe (sente na verdade, porque saber a gente nunca sabe) quando tá lá, atuando. O 10 sul foi muito especial. Seu Manoel, muitas Marias, Cícera, Ed Atacante, Maurício jogador de futebol. Lindalva tava linda como sempre, tava chata como sempre, e foi a melhor do mundo como sempre. EU NÃO SEI COMO MAS TÁ MUITO SINCRÔNICA A PARADA. Não derrubei pessoas nem portas - em grande parte graças à minha querida Pigmeu. Derrubamos barreiras e construímos sorrisos. Olhares. DB, me lembre de que eu tenho que andar agarrado com Lindalva (se não vão querer levar a menina). Ah, Ed Atacante é uma mulher. Com meiões elásticos. Achei isso massa.
PS.: Escrever é muito bom, obrigado por existir, DB.

domingo, 13 de novembro de 2016

Lá em cima e lá em baixo

Sem palavras. Portas fechadas, contatos secos, dificuldades no primeiro passo. Tudo isso teve. Não sei ao certo se o setor, os pacientes ou os palhaços. Mas alguma coisa fazia tudo pender pro difícil. No meio de um mar de slow play, existiam aqueles dispostos a All-in. E aí foi. Estar com Giuli essa semana foi essencial. De essência mesmo. Perdemos o setor, reconquistamos o setor. Tivemos bons e maus momentos. O certo é que saímos com a certeza de que, independente de ser 1 ou serem 30, encontrar sempre faz valer a pena. Não sei porque continuo tentando, mas é coisa de palhaço, eu acho: querer tanto e tentar até não conseguir. As palavras são rasas demais quando se trata de dizer o que esse dia traz à memória e ao coração. A oncologia do HC deixou marcas - daquelas boas de olhar.

domingo, 6 de novembro de 2016

11 Sul legalzão

Bem, antes de subir (no elevador e a energia e o nariz), um friozinho na barriga especial por conhecer o setor com outros olhos. Abrir os olhos de verdade foi lindo. Jogar com o corpo, com o olho, com a voz. Jogar com a chave e a enfermeira. Jogar no setor e jogar em muitos outros lugares. Buíque virou cidade natal. Forró eu sabia todos. Valéria, Vanúzia, João, Célia, Maria, Quitéria, Adalgisa, Romário. Com Seu João e sua esposa rolou até fotinha (no celular Hi-Tech construído a partir dos dedos de Lindalva <3, e que armazenava as imagens resultantes diretamente na memória da cabeça - e do coração). Esse dia também foi marcado pelo amargar de não ter abertura. O gosto é muito peculiar. E a cada dia, em cada setor, em cada encontro, duas coisas aumentam muito: o desejo de encontrar e a certeza de que minha companheira é a melhor do mundo (e a menor também)!

domingo, 30 de outubro de 2016

Breve relato de um dia de encontro

Sendo mequetrefe e fazendo o DB no domingo... Mas enfim. Dia 26 cheguei no setor com Lindalva Pigmeu pela primeira vez!!! *-* O desafio foi real, muitos bebês e grávidas e o cuidado com o jogo tava no máximo além do máximo. Mas, de alguma forma, foi bem natural, cada segundo... Lindalva e Maurício conheceram muitos serumaninhos especiais e muitas mães únicas. Nos bronzeamos no banho U.V. de Maria Eduarda. Tiramos muitas fotos com Enzo. Conhecemos Dona Nada. Victória. Júlia. Um cisto. Muitos olhares e muitas barrigas e muitos olhinhos mal abertos. Depois de tudo isso, terminamos chegando na Ortopedia/Neurologia... O jogo foi levando a gente pra lá e pronto. Lá fui cadeirante e disputei corriga. Corri em pé, também. Ganhei água. Conheci umA acompanhante chamada Maurício ("também"). Conheci seu José. Dona Maria. Cleide. Encontrei. Me encontrei.