A primeira atuação do semestre foi no COB, agora acompanhado da minha nova MCM TALI!!! Como sempre, e um pouco potencializado pelo período sem atuar, cheguei no setor com aquele frio na barriga gigante. Entramos e o COB tava deserto, poucas pacientes, poucos estudante, nenhum médico. Tudo bem, pensamos, vamos entrar!
Tali foi minha primeira MCM, antes apenas meninos. E era muito tranquilo na hora de se trocar. O problema é que o COB tem banheiros separados. E aí o desafio, como iríamos fazer?
Solução, Tali propôs se trocar no banheiro masculino mesmo, na nossa cabeça seria menos chocante se alguém entrasse enquanto a gente se trocava. E isso aconteceu! 😂😂😂
Tali se escondia no banheiro sempre que chegava alguém.. Entramos no setor já com a energia alta. Primeiro quarto. Uma paciente vomitava e já fazia um sinal negativo.. Não insistimos, mas não abandonamo.. Lá de longe a gente brincava com olhares. A coisa evoluiu e conseguimos entrar. Ela, apesar de todo enjoo e dor, nos recebeu e iniciamos um jogo com as duas pacientes e a acompanhante do quarto.
Passamos depois aos outros quartos, a cada passagem na mesa dos médicos e enfermeiros tentávamos uma brincadeira. Encontros com mulheres que já tinham tido filho, outras que esperavam e outras que estavam em trabalho de parto.
A atuação, apesar de relativamente curta, foi bem intensa. Fico feliz de ter voltado a atuar com uma MCM feito Tali e numa atuação feito a dessa semana. Isso tudo encheu meu copo bastante :))))
Obrigado perto
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domingo, 18 de setembro de 2016
terça-feira, 12 de julho de 2016
Pediatria RELOADED
Nossa última atuação nessa segunda (estávamos beeeemmm atrasados) foi de novo na... PEDIATRIA.
Chegamos cheios de energia, (para quem não leu, sexta passada também fomos à pediatria, então a gente esperava o mesmo que aconteceu na sexta). Logo de cara encontramos lucas e rian e já começamos a brincadeira. Após nos trocarmos, fui percebendo que aquela enfermaria não estava com tanta energia, percebi que entramos confiantes demais! E isso estragou nosso início :(((( Lucas assistia televisão e não estava tão a fim de brincar, Laurinha estava fazendo nebulização e sequer olhava para a porta, davi tinha ido pra casa... Só nos restava o senhor do pandeiro, Rafael. Fomos correndo àquele último quarto, quase escondido, no fim do corredor. Acontece que até Rafael não tocava. Parecia que a enfermaria estava hibernando, descansando de um estado torpor, que talvez a gente tivesse percebido já na última sexta.
Mas quem disse que é fácil ser palhaço?! Essa última atuação foi um tapa na cara, para se alguma parte de mim, por conta das três últimas atuações fantásticas, estivesse pensando que já havia dominado alguma coisa daquela arte.
E aí, tentei ser mais humilde, acho que dias estava também sincronizado e quase reiniciamos tudo, do zero, como se novos palhaços estivessem chegando, dessa vez sem muita confiança, expectativa. Aí tudo foi andando, como uma engrenagem reiniciando as atividades, que, aos poucos, começa a girar, em velocidades gradativas, sempre presente. Lucas deixou de ter interesse pela televisão, Alexia reapareceu e viramos os cavalos particulares da Dra Alexia, Rian (que na última sexta nem deu muita bola para nossas brincadeira) não conseguiu parar de brincar. E aí apareceram outras crianças e jogo foi completo. Enfim, se tiro alguma coisa de ontem é ter sempre cuidado para cativar.
Obrigado!!!!!
Chegamos cheios de energia, (para quem não leu, sexta passada também fomos à pediatria, então a gente esperava o mesmo que aconteceu na sexta). Logo de cara encontramos lucas e rian e já começamos a brincadeira. Após nos trocarmos, fui percebendo que aquela enfermaria não estava com tanta energia, percebi que entramos confiantes demais! E isso estragou nosso início :(((( Lucas assistia televisão e não estava tão a fim de brincar, Laurinha estava fazendo nebulização e sequer olhava para a porta, davi tinha ido pra casa... Só nos restava o senhor do pandeiro, Rafael. Fomos correndo àquele último quarto, quase escondido, no fim do corredor. Acontece que até Rafael não tocava. Parecia que a enfermaria estava hibernando, descansando de um estado torpor, que talvez a gente tivesse percebido já na última sexta.
Mas quem disse que é fácil ser palhaço?! Essa última atuação foi um tapa na cara, para se alguma parte de mim, por conta das três últimas atuações fantásticas, estivesse pensando que já havia dominado alguma coisa daquela arte.
E aí, tentei ser mais humilde, acho que dias estava também sincronizado e quase reiniciamos tudo, do zero, como se novos palhaços estivessem chegando, dessa vez sem muita confiança, expectativa. Aí tudo foi andando, como uma engrenagem reiniciando as atividades, que, aos poucos, começa a girar, em velocidades gradativas, sempre presente. Lucas deixou de ter interesse pela televisão, Alexia reapareceu e viramos os cavalos particulares da Dra Alexia, Rian (que na última sexta nem deu muita bola para nossas brincadeira) não conseguiu parar de brincar. E aí apareceram outras crianças e jogo foi completo. Enfim, se tiro alguma coisa de ontem é ter sempre cuidado para cativar.
Obrigado!!!!!
Pediatria
Na última semana oficial oficial de atuação desse período, fomos à pediatria. Quando chegamos, já percebemos que a enfermaria estava bem cheia e ficamos animados. Após nos trocarmos, entramos no primeiro quarto. E o enconto já aconteceu. Lá estavam duas crianças, uma delas, na verdade, era um adolescente. E eles viraram nossos companheiros durante nossos percurso na enfermaria. Enquanto íamos entrando em cada quarta, levávamos mais um criança. No fim, estávamos brincando no corredor! Rolou de tudo, INCLUSIVE andar de novo no diciclo do segurança... Mas dessa vez demos a oportunidade aos pequenos.
Essa foi, para mim, de fato uma das melhores atuações, e alguns momentos consagraram ela. Em especial, gostaria de citar rafael, uma criança especial, que estava no último quarto da enfermaria. Logo que chegamos, ele começou a bater em um pandeiro pequeno. A gente associou isso, e começamos a dançar a cada toque que ele dava. Acontece que o mágico aconteceu, e ele passou a perceber que sempre que tocasse ele nos iria ver dançar e começou a rir muito! Aí viramos escravos de rafael, sempre que tentávamos sair ele tocava o pandeiro. Parecia o pandeiro de gentileza, no picadeiro. E nisso tudo, todos os acompanhantes de rafael estavam morrendo de rir. Foi fantástico.
Após sermos libertados do nosso senhor, voltamos e começamos a brincar com Davi. E aí aparece Laurinha!!! E já vai dizendo de longe do corredor, DAVI É MEU NA NAMORADO!! Nisso já iniciamos outra brincadeira com eles..
Não posso deixar de agradecer a todas as crianças dess atuação, foram fantásticas! Davi (queria provar todas as nossas roupas em troca do seu chapéu), Laurinha (sem palavras para ela!), lucas (pense num menino esperto), rafael (sem palavras), Alexia (já quer ser médica e já sabe muito mais que muito estudante viu?!).. Enfim, obrigado pessoal!!!!.
Essa foi, para mim, de fato uma das melhores atuações, e alguns momentos consagraram ela. Em especial, gostaria de citar rafael, uma criança especial, que estava no último quarto da enfermaria. Logo que chegamos, ele começou a bater em um pandeiro pequeno. A gente associou isso, e começamos a dançar a cada toque que ele dava. Acontece que o mágico aconteceu, e ele passou a perceber que sempre que tocasse ele nos iria ver dançar e começou a rir muito! Aí viramos escravos de rafael, sempre que tentávamos sair ele tocava o pandeiro. Parecia o pandeiro de gentileza, no picadeiro. E nisso tudo, todos os acompanhantes de rafael estavam morrendo de rir. Foi fantástico.
Após sermos libertados do nosso senhor, voltamos e começamos a brincar com Davi. E aí aparece Laurinha!!! E já vai dizendo de longe do corredor, DAVI É MEU NA NAMORADO!! Nisso já iniciamos outra brincadeira com eles..
Não posso deixar de agradecer a todas as crianças dess atuação, foram fantásticas! Davi (queria provar todas as nossas roupas em troca do seu chapéu), Laurinha (sem palavras para ela!), lucas (pense num menino esperto), rafael (sem palavras), Alexia (já quer ser médica e já sabe muito mais que muito estudante viu?!).. Enfim, obrigado pessoal!!!!.
segunda-feira, 4 de julho de 2016
SJFora de época e Diciclo
A atuação regular dessa semana foi MUITO MASSA! Fomos inicialmente a enfermaria de nefro, mas tavam reformando alguns quartos, então tava quase tudo vazio. Por isso fomos a outra enfermaria atuar. A atuação já começou bem quando conhecemos Bartô, e após muito papo decidimos fechar um ônibus para levar todo mundo pra Caruaru.
Passamos por todos os quartos e em cada um, um encontro especial. Como o de dois irmãos, ele havia doado o rim a ela, e mostrou muito ciúme quando brincamos sobre um suposto namorado. Outro encontro muito bom foi com Ivanildo. Dias já o conhecia, e ele era so simpatia.
Mas foi no fim da atuação que veio o clímax! Quando estávamos no fim, chega um segurança com um diciclo, andando pela enfermaria. Dias pediu pra testar, e ele deixou!! Depois também dei uma andada! Todo mundo na enfermaria saiu para ver o que era aquela bagunça ahahahahah. Essa ficou para a história 😂😂😂😎😎😎
Passamos por todos os quartos e em cada um, um encontro especial. Como o de dois irmãos, ele havia doado o rim a ela, e mostrou muito ciúme quando brincamos sobre um suposto namorado. Outro encontro muito bom foi com Ivanildo. Dias já o conhecia, e ele era so simpatia.
Mas foi no fim da atuação que veio o clímax! Quando estávamos no fim, chega um segurança com um diciclo, andando pela enfermaria. Dias pediu pra testar, e ele deixou!! Depois também dei uma andada! Todo mundo na enfermaria saiu para ver o que era aquela bagunça ahahahahah. Essa ficou para a história 😂😂😂😎😎😎
10 Andar
Na atuação de reposição dessa semana, fomos ao 10 andar. Dias tava doente, mas não quis desistir, então fomos! Logo no início da atuação percebi que ele não estava bem, o nariz estava escorrendo e a máscara atrapalhava muito. Mesmo assim continuamos! Tivemos alguns momentos ruins, como uma senhora que logo que nos viu soltou um vixe, e pediu pra a gente sair logo dali! Mas em compensação vários momentos legais, como o de duas mulheres, que compartivalham a mesma doença e o mesmo quarto. Passamos grande parte da atuação com elas, era visível a solidão que elas estavam passando ali, sem acompanhantes. Uma delas falou muito sobre a dificuldade de ser aceita e acabou chorando, com o rosto cheio de lágrimas ainda conseguimos arrancar risos, no momento certo!
A atuação desse dia foi difícil, uma enfermaria não tão receptiva, mas tentamos o nosso melhor, e acho que conseguimos mudar um pouco aquele lugar. No fim, ficamos, como sempre, melhores do que quando entramos.
Obrigado
A atuação desse dia foi difícil, uma enfermaria não tão receptiva, mas tentamos o nosso melhor, e acho que conseguimos mudar um pouco aquele lugar. No fim, ficamos, como sempre, melhores do que quando entramos.
Obrigado
terça-feira, 21 de junho de 2016
Onco!!!
A atuação da semana foi na onco. Quando soube, deu logo aquela frio na barriga...
Dias nunca tinha ido na onco e tava curioso. Ao chegarmos, percebemos logo o clima de São João. A enfermaria (que por sinal é uma das coisas mais incríveis do HC, porque dá pra sentir um cuidado mais humanizado) tava cheia de bandeirinhas de São João.
Quando nos trocamos e entramos no primeiro quarto, começou a brincadeira! De cara, um quarto cheio, foi necessária muita improvisação! Tivemos que cantar e dançar pra satisfazer o grupo. Muita conversa interessante aconteceu. Saindo de lá, um encontro com uma das funcionárias da limpeza, só simpatia!
Vários encontros se sucederam, na onco, às vezes os pacientes estão tão tristes que alguma coisa que você fala acaba fazendo eles chorarem.. O que nem é tão ruim! Em um dos quartos na verdade quem quase chorava fui eu! É muita história bonita de superação e força de vontade. Entre nossas brincadeiras juninas e papos gastronômicos, acabávamos ouvindo frases marcantes de superação.
Em especial, recordo uma senhora, Maria Madalena, cuja simpatia é indescritível! Após muito papo e riso, chega o médico para avaliá-la (ela não poupou elogios para ele), até ele entrou na brincadeira.
Essa atuação replantou em mim um sentimento que o cotidiano acaba apagando.. Me sinto reenergizado de uma forma indescritível é bastante ansioso para a próxima,
Obrigado :))))
Dias nunca tinha ido na onco e tava curioso. Ao chegarmos, percebemos logo o clima de São João. A enfermaria (que por sinal é uma das coisas mais incríveis do HC, porque dá pra sentir um cuidado mais humanizado) tava cheia de bandeirinhas de São João.
Quando nos trocamos e entramos no primeiro quarto, começou a brincadeira! De cara, um quarto cheio, foi necessária muita improvisação! Tivemos que cantar e dançar pra satisfazer o grupo. Muita conversa interessante aconteceu. Saindo de lá, um encontro com uma das funcionárias da limpeza, só simpatia!
Vários encontros se sucederam, na onco, às vezes os pacientes estão tão tristes que alguma coisa que você fala acaba fazendo eles chorarem.. O que nem é tão ruim! Em um dos quartos na verdade quem quase chorava fui eu! É muita história bonita de superação e força de vontade. Entre nossas brincadeiras juninas e papos gastronômicos, acabávamos ouvindo frases marcantes de superação.
Em especial, recordo uma senhora, Maria Madalena, cuja simpatia é indescritível! Após muito papo e riso, chega o médico para avaliá-la (ela não poupou elogios para ele), até ele entrou na brincadeira.
Essa atuação replantou em mim um sentimento que o cotidiano acaba apagando.. Me sinto reenergizado de uma forma indescritível é bastante ansioso para a próxima,
Obrigado :))))
Alojamento conjunto
Fui bem mequetrefe e atrasei meu DB.
Para repor uma falta, fomos ao alojamento conjunto na quarta. Essa fim de período ta muita loucura e não tava com a energia tão lá pra cima. Mesmo assim, fomos.
Após trocarmos as roupas, entramos no primeiro quarto. Lá, encontros aconteceram, mas parecia que nosso palhaço não era suficiente para todos... Após muito papo e brincadeiras, uma das mulheres começou a dizer que não éramos engraçados, e aí nesse momento, a energia vai lá pra baixo (é difícil manter). E aí aconteceu um dos momentos mais memoráveis dessa atuação: uma das mães sai do quarto e solta um peido tão alto que pegou todos de surpresa. Foi tão inesperado que ficamos sem reação. Ela dizia, isso sim é fazer rir... E não é que fez?! Ahhahahaha
Continuamos um pouco traumatizamos (hahahahahahahaha); e já em outro quarto, outros encontros. Um deles, uma paciente jovem estava sem acompanhante. Logo de início, ela já se mostrou bastante espontânea e começou a jogar conosco... Virou nossa consultora de moda. Apesar das críticas pesadas (nem tão construtivas) a nossa roupa, foi um jogo bem divertido. Sempre que saiamos daquele quarto, ela pedia para que voltássemos,.. É assim a atuação seguiu, vários outros encontros incríveis, como o de uma senhora, no fim da enfermaria, sem acompanhante. Quando entramos o olhar dela tão solitário me fisgou... Jogamos bastante e acho que tiramos um pouco aquela cara de solidão.
A atuação foi muito boa, e me senti bastante reenergizado ao fim,
Obrigado :)))
Para repor uma falta, fomos ao alojamento conjunto na quarta. Essa fim de período ta muita loucura e não tava com a energia tão lá pra cima. Mesmo assim, fomos.
Após trocarmos as roupas, entramos no primeiro quarto. Lá, encontros aconteceram, mas parecia que nosso palhaço não era suficiente para todos... Após muito papo e brincadeiras, uma das mulheres começou a dizer que não éramos engraçados, e aí nesse momento, a energia vai lá pra baixo (é difícil manter). E aí aconteceu um dos momentos mais memoráveis dessa atuação: uma das mães sai do quarto e solta um peido tão alto que pegou todos de surpresa. Foi tão inesperado que ficamos sem reação. Ela dizia, isso sim é fazer rir... E não é que fez?! Ahhahahaha
Continuamos um pouco traumatizamos (hahahahahahahaha); e já em outro quarto, outros encontros. Um deles, uma paciente jovem estava sem acompanhante. Logo de início, ela já se mostrou bastante espontânea e começou a jogar conosco... Virou nossa consultora de moda. Apesar das críticas pesadas (nem tão construtivas) a nossa roupa, foi um jogo bem divertido. Sempre que saiamos daquele quarto, ela pedia para que voltássemos,.. É assim a atuação seguiu, vários outros encontros incríveis, como o de uma senhora, no fim da enfermaria, sem acompanhante. Quando entramos o olhar dela tão solitário me fisgou... Jogamos bastante e acho que tiramos um pouco aquela cara de solidão.
A atuação foi muito boa, e me senti bastante reenergizado ao fim,
Obrigado :)))
sexta-feira, 20 de maio de 2016
Cê O Bê
No inicial na atuação de hoje, surgiu, como sempre, aquele frio na barriga. Mistura de sensação normal de início de atuação mais aquele medo porque era o COB. Medo mesmo! Porque o COB sempre surpreende. Nem sempre positivamente. Ahahahahahahahahahahahah
Chegamos, e como sempre rolou aquela "homem não pode entrar aiiii". "Somos do PERTO, onde podemos nos trocar?!". Indicado o lugar, entramos e dali em diante nada mais nos deteria.
Quando saímos do banheiro, primeiro encontro: uma mãe amamentava. O jogo fluiu bem, e como no COB parece que todos estão juntos, em um só quarto (pela estrutura), o jogo só ia passando, como aquele jogo da bola de Genteliza. E nisso, passamos por várias mulheres, com dor, sem dor, com filho, sem filho.. E até da dor saiu muita risada. Destaco alguns momentos. O primeiro, uma mulher chorando que ao olhar para mim, começou a gargalhar (forcei a cara mais estranha possível!!). Outro momento foi uma senhora que contou sua história: do interior, teve 13 filhos, a maioria sem nenhuma assistência!! Quando ela iniciava o trabalho de parto, o marido ainda perguntava "careces faltar trabalho" e ela respondia "não home". E nessa, ela pagava só o filho e cortava o cordão. Em uma das vezes, contou que quase derrubava a criança (!!!!!).
E por fim, outro momento marcante, foi o jogo com uma mulher que não dormia nem comia há quase 2 dias. Não dormia porque não conseguia. Nosso desafio virou fazê-la dormir! Tentamos várias técnicas. O mais lindo foi vê-lá dormindo logo depois de a deixarmos e continuar dormindo até nossa saída.
Enfim, a atuação foi FANTÁSTICA, como sempre.
Obrigado!!!
Chegamos, e como sempre rolou aquela "homem não pode entrar aiiii". "Somos do PERTO, onde podemos nos trocar?!". Indicado o lugar, entramos e dali em diante nada mais nos deteria.
Quando saímos do banheiro, primeiro encontro: uma mãe amamentava. O jogo fluiu bem, e como no COB parece que todos estão juntos, em um só quarto (pela estrutura), o jogo só ia passando, como aquele jogo da bola de Genteliza. E nisso, passamos por várias mulheres, com dor, sem dor, com filho, sem filho.. E até da dor saiu muita risada. Destaco alguns momentos. O primeiro, uma mulher chorando que ao olhar para mim, começou a gargalhar (forcei a cara mais estranha possível!!). Outro momento foi uma senhora que contou sua história: do interior, teve 13 filhos, a maioria sem nenhuma assistência!! Quando ela iniciava o trabalho de parto, o marido ainda perguntava "careces faltar trabalho" e ela respondia "não home". E nessa, ela pagava só o filho e cortava o cordão. Em uma das vezes, contou que quase derrubava a criança (!!!!!).
E por fim, outro momento marcante, foi o jogo com uma mulher que não dormia nem comia há quase 2 dias. Não dormia porque não conseguia. Nosso desafio virou fazê-la dormir! Tentamos várias técnicas. O mais lindo foi vê-lá dormindo logo depois de a deixarmos e continuar dormindo até nossa saída.
Enfim, a atuação foi FANTÁSTICA, como sempre.
Obrigado!!!
domingo, 15 de maio de 2016
Presos no quarto da enfermagem 😰😰
Essa semana eu e Dias tivemos a atuação mais maluca da minha vida. Após nos trocarmos e colocarmos a máscara, saímos do quarto. Os primeiros olhares, já de reprovação, já foram apagando minha energia e quando dias tenta fechar a porta, a maçaneta cai 😱😱. Voltamos pro quarto. E a partir daí iniciou nosso dilema. Saímos e deixamos tudo como estava, arriscando alguém tentar entrar no quarto e a maçaneta cair, impedindo o quarto de ser aberto e deixando todo o pessoal da enfermagem com suas bolsas presas, ou vamos atrás de ajuda??
O dilema se eternizou, já após meia hora de tentativa não existia energia em mim, e eu já estava querendo tirar a roupa do palhaço e ir :((((. Foi aí que Dia "Mcgyver" usou a argola de sua chave e refez a parte incompleta da maçaneta!!!!
Ai entramos em cena! Entramos no primeiro quarto e o jogo fluiu incrível. A nossa história rendeu muitas risadas, e promessas de ajuda, na próxima vez presos. Nesse quarto, uma senhora, recém chegada na enfermaria, e uma outra senhora com sua amiga-acompanhante. Após muito jogo seguimos nos outros quartos. Na maioria deles o jogo fluiu bem! Destaco alguns momentos marcantes: o de uma senhora que, ao contarmos nossa história e brincarmos um pouco, iniciou a chorar copiosamente! Nem entendíamos por quê. Acho que ela só precisava chorar um pouco ://.
Outro momento marcante foi o momento que Dias se apaixonou pela filha de uma das senhoras internadas. Mas a mãe dela não autorizou o casamento não ein!!! Ahahahahahha
Enfim, essa intervenção, ao fim, se mostrou mágica, como sempre. Espero ansioso pela próxima semana.
Obrigado !!
O dilema se eternizou, já após meia hora de tentativa não existia energia em mim, e eu já estava querendo tirar a roupa do palhaço e ir :((((. Foi aí que Dia "Mcgyver" usou a argola de sua chave e refez a parte incompleta da maçaneta!!!!
Ai entramos em cena! Entramos no primeiro quarto e o jogo fluiu incrível. A nossa história rendeu muitas risadas, e promessas de ajuda, na próxima vez presos. Nesse quarto, uma senhora, recém chegada na enfermaria, e uma outra senhora com sua amiga-acompanhante. Após muito jogo seguimos nos outros quartos. Na maioria deles o jogo fluiu bem! Destaco alguns momentos marcantes: o de uma senhora que, ao contarmos nossa história e brincarmos um pouco, iniciou a chorar copiosamente! Nem entendíamos por quê. Acho que ela só precisava chorar um pouco ://.
Outro momento marcante foi o momento que Dias se apaixonou pela filha de uma das senhoras internadas. Mas a mãe dela não autorizou o casamento não ein!!! Ahahahahahha
Enfim, essa intervenção, ao fim, se mostrou mágica, como sempre. Espero ansioso pela próxima semana.
Obrigado !!
domingo, 8 de maio de 2016
Alojamento Conjunto
Essa semana fomos ao alojamento conjunto; eu estava passando por uma semana bem desgastante e não tinha energia nem pra ficar em pé. Quando chegamos falei a Dias que a coisa tava feia pra mim ahahha. Mesmo assim seguimos. E o que aconteceu foi que eu não consegui estar presente em todos os momentos da atuação. Foi, uma das atuações mais difíceis. E, dessa vez, não foi pela falta de receptividade, mas por meu estado.
Conseguimos entretanto vários encontros fantásticos. Como o de uma mãe, que a
Tinha acabado de dar luz ao seu décimo primeiro filho (isso mesmo!!!!!!!!!). Ela estava em um estado, quando chegamos, que qualquer coisa a fazia chorar. Provavelmente, uma das razões disso era o fato da família ter abandonado ela nesse momento delicado. Apesar disso, conseguimos tirar vários sorrisos daquele rosto cansado.
Também tivemos encontros interessantes com várias das outras mães. Como uma que estava acompanhada pela irmã (figura fantástica), e ria de tudo que fazíamos.
Os encontros também fluíram bem com o pessoal da enfermagem e o pessoal da limpeza.
No fim, me senti mal por não ter dado o melhor de mim. Espero que próxima semana eu esteja mais renovado.
Obrigado!
Conseguimos entretanto vários encontros fantásticos. Como o de uma mãe, que a
Tinha acabado de dar luz ao seu décimo primeiro filho (isso mesmo!!!!!!!!!). Ela estava em um estado, quando chegamos, que qualquer coisa a fazia chorar. Provavelmente, uma das razões disso era o fato da família ter abandonado ela nesse momento delicado. Apesar disso, conseguimos tirar vários sorrisos daquele rosto cansado.
Também tivemos encontros interessantes com várias das outras mães. Como uma que estava acompanhada pela irmã (figura fantástica), e ria de tudo que fazíamos.
Os encontros também fluíram bem com o pessoal da enfermagem e o pessoal da limpeza.
No fim, me senti mal por não ter dado o melhor de mim. Espero que próxima semana eu esteja mais renovado.
Obrigado!
sábado, 16 de abril de 2016
Pediatria
Essa semana a atuação foi na pediatria. Depois de duas semanas sem atuar, deu aquele frio na barriga. Assim que cheguei percebi que tinha um pessoal da minha turma numa prática na enfermaria. Logo, então, pensei que eles iam passar pelos quartos e talvez isso pudesse quebrar um pouco os jogos. Mas seguimos em frente, quando saímos do salinha, onde nos trocamos, encontramos uma primeira criança, bastante disposta. O jogo fluiu bem, chamamos ele e fomos ao próximo quarto. Nele uma menina pequena estava nebulizando. Jogamos bastante com ela, e após muita risada gostasa continuamos. Quando estávamos no próximo quarto a menina aparece, depois de pedir muito a mãe tinha deixado ela seguir a gente ("mas não pode correrrrrr" - por isso cada caminhada virou uma passada na luaaaa). E não é que ela não largou mais, passou o tempo todo com a gente. Só saiu quando justamente foram discutir o caso dela e chamaram ela para avaliação.
Após muitos jogos, inclusive com médicos, professores, enfermeiros e pessoal da limpeza, chegamos no último quarto. Nele estava Mikael. Ele tinha alguma problema de desenvolvimento que fazia com ele ficasse numa posição apenas;Dias, meu mcm, tomou isso para um jogo, e já entramos no quarto também fazendo nossas poses para as fotos imaginárias. Após muito jogo legal, com grande fluidez, após muita risada dele, e da prima que cuidava dele, deixamos o quarto.
Apesar de ter saído bem reenergizado da atuação, após uma semana de cão, fico com dois momentos bem peeemmmm. Um deles foi quando entramos no quarto onde não éramos bem recebidos, apesar de termos perguntado antes se podíamos entrar; após muito tempo sem atuar você perde um pouco a percepção de quando, mesmo dizendo que podemos entrar, o paciente não nos quer ali. Disso saiu um jogo com pouca energia e percebendo um pouco tarde, saímos do quarto. Outro momento peeemmmm foi quando, tentando interagir com um bebezinho ele caiu no choro. Tentei até não invadir o espaço dele, chegar bem devagar, evoluir cada passo, cada conquista, mas quando estava na linha de chegada e tudo parecia bem, a fisionomia do bebê mudou em segundos e o choro forte começou.
Após muitos jogos, inclusive com médicos, professores, enfermeiros e pessoal da limpeza, chegamos no último quarto. Nele estava Mikael. Ele tinha alguma problema de desenvolvimento que fazia com ele ficasse numa posição apenas;Dias, meu mcm, tomou isso para um jogo, e já entramos no quarto também fazendo nossas poses para as fotos imaginárias. Após muito jogo legal, com grande fluidez, após muita risada dele, e da prima que cuidava dele, deixamos o quarto.
Apesar de ter saído bem reenergizado da atuação, após uma semana de cão, fico com dois momentos bem peeemmmm. Um deles foi quando entramos no quarto onde não éramos bem recebidos, apesar de termos perguntado antes se podíamos entrar; após muito tempo sem atuar você perde um pouco a percepção de quando, mesmo dizendo que podemos entrar, o paciente não nos quer ali. Disso saiu um jogo com pouca energia e percebendo um pouco tarde, saímos do quarto. Outro momento peeemmmm foi quando, tentando interagir com um bebezinho ele caiu no choro. Tentei até não invadir o espaço dele, chegar bem devagar, evoluir cada passo, cada conquista, mas quando estava na linha de chegada e tudo parecia bem, a fisionomia do bebê mudou em segundos e o choro forte começou.
quinta-feira, 31 de março de 2016
O Retorno
Depois de uns 3 meses sem atuar, já estava na hora de voltar. E o retorno veio cheio de surpresas: além de um novo MCM, o que por si já é desafio, o pessoal da TVU pediu para filmar a intervenção da segunda (meu dia) para um programa :~~~ pense que bateu o nervosismo!!!
Chegamos bem na hora, mas tomamos um chá de cadeira (:pppp); após uma filmagem na entrada do HC, com os atores mais amadores e destrambelhados possíveis, fomos ao 5 andar. Para representar bem o projeto, foi decidido que a atuação seria com 2 duplas e Léo (!) também foi dar uma força!
Após muita enrolação, lá estava: eu, dani, turiba, dias (meu novo MCM) e léo na salinha se trocando e sendo filmados. A primeira dificuldade: um pouco antes de colocar o nariz o pessoal da filmagem tentou um pouco controlar nossos passos, pedindo para que a gente seguisse um caminho, deixamos logo claro: após subirmos a energia nós entramos no vazio, não sabemos nem para onde vamos!!!Após uma entrevista, colocamos o nariz e "entramos" no setor. Eles ainda tentaram um pouco controlar: "entra lá agora", "faz isso"... mal sabiam que a gente era movido por algo muito MAIOR.
Logo que entramos seguimos um caminho, veio o primeiro encontro! ficamos um tempo com um paciente que estava junto do elevador. Acompanhado pela mãe, ele, numa cadeira de rodas, nos contava, entre muitas coisas, que era todo retalhado. O encontro foi muito intenso, enquanto ele ria com as nossas brincadeiras, a mãe não aguentava segurar a emoção e só chorava. Isso me fez lembrar as palavras de Leo na entrevista: nem sempre a gente faz alguém rir, às vezes eles precisam apenas chorar.
Após o encontro, já esquecendo o pessoal da filmagem (eles tinham sumido!!) a gente volta pro setor; ahhhh lá estavam eles de volta, nos esperando. Andando um pouco vem o primeiro jogo: tubira e dias me levantam e eu viro um boneco gigante de corrida, esperando apenas que alguém me dê corda para liberar minhas pernas enquanto sou suspenso. Nesse momento foi tanta interação: enquanto uns pacientes morriam de rir, os profissionais pareciam sair daquela rotina e paravam para olhar e, por que não, rir também.
A atuação continuou, eu e dias acabamos nos perdendo um momento. Novo quarto. Alguém fala: faz ela rir, ela tá precisando (!!!) Essa mesma frase eu já ouvi incontáveis vezes nos setores. Ela dá uma responsabilidade de ter que fazer alguém rir e acaba baixando a energia, porque a gente não está ali para isso, não exatamente, pelo menos. Acontece que quando chego mais perto, era uma mulher acamada que não negou entrar no jogo.. Ele aconteceu, UFA.
Idas e vindas nos vários quartos, vários jogos realizado, e a sensação de que o dia foi MUITO BOM, foi muito bom voltar. Foi muito bom sentir esse gostinho de frio na barriga antes da atuação, e no fim dela, sentir um quero mais. Sentir um carinho no olhar de cada um que a gente conquistou.
Também quero dizer que a sintonia com meu novo MCM foi muito massa!!
Obrigado perto por mais essa oportunidade!
Chegamos bem na hora, mas tomamos um chá de cadeira (:pppp); após uma filmagem na entrada do HC, com os atores mais amadores e destrambelhados possíveis, fomos ao 5 andar. Para representar bem o projeto, foi decidido que a atuação seria com 2 duplas e Léo (!) também foi dar uma força!
Após muita enrolação, lá estava: eu, dani, turiba, dias (meu novo MCM) e léo na salinha se trocando e sendo filmados. A primeira dificuldade: um pouco antes de colocar o nariz o pessoal da filmagem tentou um pouco controlar nossos passos, pedindo para que a gente seguisse um caminho, deixamos logo claro: após subirmos a energia nós entramos no vazio, não sabemos nem para onde vamos!!!Após uma entrevista, colocamos o nariz e "entramos" no setor. Eles ainda tentaram um pouco controlar: "entra lá agora", "faz isso"... mal sabiam que a gente era movido por algo muito MAIOR.
Logo que entramos seguimos um caminho, veio o primeiro encontro! ficamos um tempo com um paciente que estava junto do elevador. Acompanhado pela mãe, ele, numa cadeira de rodas, nos contava, entre muitas coisas, que era todo retalhado. O encontro foi muito intenso, enquanto ele ria com as nossas brincadeiras, a mãe não aguentava segurar a emoção e só chorava. Isso me fez lembrar as palavras de Leo na entrevista: nem sempre a gente faz alguém rir, às vezes eles precisam apenas chorar.
Após o encontro, já esquecendo o pessoal da filmagem (eles tinham sumido!!) a gente volta pro setor; ahhhh lá estavam eles de volta, nos esperando. Andando um pouco vem o primeiro jogo: tubira e dias me levantam e eu viro um boneco gigante de corrida, esperando apenas que alguém me dê corda para liberar minhas pernas enquanto sou suspenso. Nesse momento foi tanta interação: enquanto uns pacientes morriam de rir, os profissionais pareciam sair daquela rotina e paravam para olhar e, por que não, rir também.
A atuação continuou, eu e dias acabamos nos perdendo um momento. Novo quarto. Alguém fala: faz ela rir, ela tá precisando (!!!) Essa mesma frase eu já ouvi incontáveis vezes nos setores. Ela dá uma responsabilidade de ter que fazer alguém rir e acaba baixando a energia, porque a gente não está ali para isso, não exatamente, pelo menos. Acontece que quando chego mais perto, era uma mulher acamada que não negou entrar no jogo.. Ele aconteceu, UFA.
Idas e vindas nos vários quartos, vários jogos realizado, e a sensação de que o dia foi MUITO BOM, foi muito bom voltar. Foi muito bom sentir esse gostinho de frio na barriga antes da atuação, e no fim dela, sentir um quero mais. Sentir um carinho no olhar de cada um que a gente conquistou.
Também quero dizer que a sintonia com meu novo MCM foi muito massa!!
Obrigado perto por mais essa oportunidade!
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Onco!!!!!
A ultima atuação do ano foi na oncologia! Assim que chegamos, já deu para perceber o cuidado dos profissionais com os pacientes, cada detalhe na enfermaria é pensado, inclusive o nome dos quartos (vida, superação, força, coragem...). Enquanto íamos nos trocar já percebemos a quantidade pequena de pacientes. Logo que saímos com a mascara objetos, entregamos a chave e fomos ao primeiro quarto: a paciente dormia; tudo bem, segundo quarto (!): a paciente e o marido rezavam com a expressão de tristeza e desesperança. Isso tudo já indicava que a intervenção não seria fácil! Entramos no próximo quarto e jogamos com um paciente do interior... Descobrimos que ele era um vaqueiro e não houve como não colocar isso no jogo... Continuamos pelo corredor, interagimos com os profissionais e algumas senhoras que esperavam nas cadeiras do corredor. Entremos no próximo quarto: encontramos uma senhora e sua cunhada. Nesse quarto o jogo fluiu tão bem,; a senhora é uma pessoa fantástica, a doença nao endureceu nem um pouco seu coração! Continuamos e no ultimo quarto um senhor bastante debilitado, observado por uma cuidadora. Ele quase não se mexia, nem abria os olhos.. Tentamos ainda jogar e acabamos interagindo mais com a cuidadora! Na volta, paramos nos quartos que mais jogamos e ainda jogamos com os enfermeiros e serviços gerais, quase todos na enfermaria estavam dispostos a jogar. Enfim, a atuação foi fantástica, mas difícil. Não há como não notar uma diferença extrema do COB (ultima atuação) e a onco, no primeiro há vida nova e apesar da dor, ha alegria; no segundo é difícil encontrar alegria na dor.
domingo, 29 de novembro de 2015
COB :DD
A atuação no COB começou difícil, na entrada já mandaram um: não pode entrar homem! Mais na frente, quando falamos com a enfermeira a resposta sincera dela sobre nossa chegada revelou ainda mais a dificuldade: "ai meu deus, palhaço de novo?".
Ainda assim seguimos, trocamos e tentamos subir a energia ao máximo. Logo no saída nos separamos, um funcionário começou a jogar comigo e quando olho carequinha não estava lá.. Tento ir atrás dele, e aí começamos a jogar com várias pacientes e acompanhantes que estavam no corredor. Nesse momento aquele frio na barriga se quebrou! A atuação foi incrível! Conseguimos tirar um pouco do serio aquelas pessoas (ahhahahah)! Um dos momentos mais difíceis foi quando perguntei a uma senhora quantos filhos ela tinha e amarguei com a resposta "nenhum, perdi o meu primeiro esse mês". Fiquei estático, apesar de todo treinamento foi difícil reagir, por sorte carequinha soube contornar e o jogo continuou. Nesse único momento senti a energia baixar! Apesar disso, tivemos vários momentos incríveis, como uma luta de kong fu! Também não já como deixar de comentar meu nome trabalho, virei doulo (?) de várias pacientes, e isso me redeu bastante exercício ahahhahaha... :)))) obrigado perto!!!
Ainda assim seguimos, trocamos e tentamos subir a energia ao máximo. Logo no saída nos separamos, um funcionário começou a jogar comigo e quando olho carequinha não estava lá.. Tento ir atrás dele, e aí começamos a jogar com várias pacientes e acompanhantes que estavam no corredor. Nesse momento aquele frio na barriga se quebrou! A atuação foi incrível! Conseguimos tirar um pouco do serio aquelas pessoas (ahhahahah)! Um dos momentos mais difíceis foi quando perguntei a uma senhora quantos filhos ela tinha e amarguei com a resposta "nenhum, perdi o meu primeiro esse mês". Fiquei estático, apesar de todo treinamento foi difícil reagir, por sorte carequinha soube contornar e o jogo continuou. Nesse único momento senti a energia baixar! Apesar disso, tivemos vários momentos incríveis, como uma luta de kong fu! Também não já como deixar de comentar meu nome trabalho, virei doulo (?) de várias pacientes, e isso me redeu bastante exercício ahahhahaha... :)))) obrigado perto!!!
domingo, 22 de novembro de 2015
Aproveita o momento!
A atuação dessa semana foi no 10! Logo que chegamos no andar um dos pacientes chama a gente pra conversar e, naquela carência, conversamos por um tempo sobre o que ele gostava de fazer enquanto estava no hc. Enquanto ele falava da longa lista de jogos de vídeo game, a gente pensava só em ir colocar a pele e a mascara para voltar e desenvolver ainda mais aquilo tudo. Não foi fácil deixá-lo, mas a nossa saída ficou com um gostinho de voltamos já. Nos trocamos e voltamos inicialmente para o quarto dele, e logo aí o primeiro tapete puxado: ele tinha saído! Isso tudo me fez refletir bastante sobre a necessidade de estar sempre presente no momento e como aproveitar cada instante!
Continuamos e encontramos um senhor que pediu para que fossemos conversar com sua esposa. O jogo fluiu calmo, mas intenso! Conseguimos retirar ela daquele espaço por alguns minutos. De volta ao corredor: encontramos uma auxiliar de serviços gerais e mais um jogo! Ela nos leva até um quarto lá no início. Recepção calorosa e iniciamos um jogo com todos do quarto. Nele, uma jovem e uma senhora com sua filha. O jogo dessa vez fluiu frenético, passamos um bom tempo e após muitos beijos e abraços nos despedimos delas. Voltando ao corredor chegamos ao fim do andar, nele estava o primeiro paciente que encontramos, ainda antes de vestir a pele! Dessa vez ele estava concentrado em um jogo de baralho e mal nos deu bola! Em compensação jogamos com a platéia que assistia insistentemente a todos as jogadas dele. Encontramos ainda uma enfermeira e mais um jogo, ela parecia tão feliz com o que fazia, refletindo em como ela tratava os pacientes e isso tudo era bonito de se ver. Desde da ultima atuação no COB que a dinâmica foi alterada, já me sinto mais capaz de manter a energia sempre alta e isso me prepara em todos os momentos para o inesperado. Como sempre, estou ansioso para a semana que chega. :)))
Continuamos e encontramos um senhor que pediu para que fossemos conversar com sua esposa. O jogo fluiu calmo, mas intenso! Conseguimos retirar ela daquele espaço por alguns minutos. De volta ao corredor: encontramos uma auxiliar de serviços gerais e mais um jogo! Ela nos leva até um quarto lá no início. Recepção calorosa e iniciamos um jogo com todos do quarto. Nele, uma jovem e uma senhora com sua filha. O jogo dessa vez fluiu frenético, passamos um bom tempo e após muitos beijos e abraços nos despedimos delas. Voltando ao corredor chegamos ao fim do andar, nele estava o primeiro paciente que encontramos, ainda antes de vestir a pele! Dessa vez ele estava concentrado em um jogo de baralho e mal nos deu bola! Em compensação jogamos com a platéia que assistia insistentemente a todos as jogadas dele. Encontramos ainda uma enfermeira e mais um jogo, ela parecia tão feliz com o que fazia, refletindo em como ela tratava os pacientes e isso tudo era bonito de se ver. Desde da ultima atuação no COB que a dinâmica foi alterada, já me sinto mais capaz de manter a energia sempre alta e isso me prepara em todos os momentos para o inesperado. Como sempre, estou ansioso para a semana que chega. :)))
sábado, 14 de novembro de 2015
Deixa a andorinha voar!!!
Nessa sexta, atuamos no alojamento conjunto! Antes de chegarmos conversamos um pouco sobre expectativas e tivemos medo da possível falta de receptividade das pacientes por inúmeras razões. Logo que colocamos a pele e saímos pelo corredor já iniciamos um jogo com uma senhora que acompanhava sua filha, com muitas brincadeiras ela pediu para que fossemos visitar sua netinha que nascera. Após deixarmos a bolsa no balcão de enfermagem corremos até lá. Elas estavam no primeiro quarto, assim como outras duas mães, jogamos com todos do quarto, todos tão receptivos que o jogo foi o mais fluido possível, as mães caiam na gargalhada com nossas brincadeiras, pela primeira vez tudo se encaixava e não senti a energia baixa. Não há como esquecer o momento que uma das mães pediu para que eu segurasse seu filho, mesmo com minha relutante recusa, ela me entregou seu bem mais precioso, não houve como não se emocionar. Essa sensação perdurou toda a intervenção, pela primeira vez consegui manter a energia sempre alta, inclusive nos momentos para baixo, e isso foi o mais incrível desse dia. Continuando: após sairmos do quarto fomos a outro menos receptivo, logo quando estava na entrada uma mãe pede para que eu saísse pois ela iria começar a tirar o leite, respeitei seu espaço e me juntei a carequinha em um jogo com uma senhora no corredor. Próximo quarto! Nesse, muita gente, muitos familiares e todos dispostos a comprar o jogo, tudo tão fluido e eu e carequinha jogávamos juntos e sempre apoiado o outro. Mesmo quem não estava tão perto ria de longe das nossas palhaçadas; a grande polêmica levantada no quarto: se os pais deveriam ou não cortar a adorinha que voa! Após muito jogo, seguimos; novo quarto e novo desafio! Nesse, uma mãe com seu filho dispostos a jogar e outra mãe sem seu filha e aparentando ter muita dor. Iniciamos cima mãe mais disposta e aos poucos fui tentando em aproxima da mãe com dor, inicialmente joguei com sua acompanhante e após perceber uma abertura iniciei o jogo com ela, após algum tempo veio o melhor momento da atuação, vê-la com sorriso largo e esquecendo a dor por alguns minutos.
Quando saímos desse quarto sentimos que era hora de partir, já aparentava ser tarde. No balcão da enfermagem estava uma auxiliar de serviços e uma enfermeira GRÁVIDAS, não havia que como não continuar o jogo e as nossas bolsas viraram malas para carregarmos os bebês mais bonitos da enfermaria, após isso, nosso jogo foi chegando ao fim e fomos nos trocar. Essa intervenção foi para mim o melhor momento no perto, senti a energia de todos, pais, mães, filhos, acompanhantes e profissionais; isso tudo me fez manter minha energia sempre alta, inclusive nos momentos mais difíceis, como o da paciente que sentia dor. Fico na memória com a imagem dela sorrindo e com a sensação de ter feito o dia dela um pouco menos amargo. Me sinto agradecido e emocionado por todos os momentos que vivi nessa sexta. Obrigado
Quando saímos desse quarto sentimos que era hora de partir, já aparentava ser tarde. No balcão da enfermagem estava uma auxiliar de serviços e uma enfermeira GRÁVIDAS, não havia que como não continuar o jogo e as nossas bolsas viraram malas para carregarmos os bebês mais bonitos da enfermaria, após isso, nosso jogo foi chegando ao fim e fomos nos trocar. Essa intervenção foi para mim o melhor momento no perto, senti a energia de todos, pais, mães, filhos, acompanhantes e profissionais; isso tudo me fez manter minha energia sempre alta, inclusive nos momentos mais difíceis, como o da paciente que sentia dor. Fico na memória com a imagem dela sorrindo e com a sensação de ter feito o dia dela um pouco menos amargo. Me sinto agradecido e emocionado por todos os momentos que vivi nessa sexta. Obrigado
Energia!!!
Quando chegamos à enf. de pediatria para iniciarmos a atuação, percebemos um ambiente bastante diferente do esperado: um ambiente silencioso e aparentemente vazio. Fomos colocar a pele já com uma sensação diferente da que esperávamos. No primeiro quarto que entramos, uma criança bem nova que aparentemente tinha alguma deficiência, com seu tio, o jogo não funcionou tanto com o acompanhante, mas pareceu que nossa chegada e a simples troca de olhar com aquela criança a retirou de uma solidão, quietude e aparente desatenção do tio. Continuamos e, para mim, parte desse sentimento se repetiu: a maioria dos quartos ocupados por bebês necessitando de uma "saída" daquele ambiente hostil, apesar de muitos acompanhantes demonstrarem grande afeto por eles. Em todos eles, tentamos jogar com os acompanhantes, o que algumas vezes acontecia. Quando encontramos a primeira criança grandinha, ela já nos rejeitou e começou a chorar no colo da mãe, apesar da tentativa da mãe de iniciar aquele jogo. Continuamos, deixando a criança em seu espaço. No próximo quarto, uma adolescente passando por algum procedimento de muita dor, a tentativa de carequinha de ajudá-la foi incrível, iniciamos um jogo onde a maca virou um barco e ela nos guiava até a sua casa, ali perto: em alguns minutos a dor estava esquecida e ela já esboçava um sorriso.
Na continuação outra criança com medo do palhaço e um reencontro com o primeiro menino que havia chorado no colo da mãe: dessa vez muito mais disposto. Quebramos o clima brincando sobre a sua fralda pesada e iniciamos um jogo que durou o resto da noite: viramos homens aranhas com armas de laser, nos escondendo pelos espaços da enfermaria e mudando um pouco a dinâmica daquela tarde. No fim o menino não nos largava e a nossa entrada de volta para se trocar fez parte do jogo, era um portal mágico de partida! Quando já estávamos com a mascara abaixo e se trocando, o menino, por um deslize da mãe, abre a porta e nos flagra sem o nariz! Após o susto, continuamos por um tempo o jogo até que ele aceitasse nossa partida. Fico com o sorriso sincero daquele menino, que não esqueço mais. Fico também com uma vontade e necessidade de manter minha energia sempre pra cima, o que ainda é bem difícil.
Obrigado! :)))
Na continuação outra criança com medo do palhaço e um reencontro com o primeiro menino que havia chorado no colo da mãe: dessa vez muito mais disposto. Quebramos o clima brincando sobre a sua fralda pesada e iniciamos um jogo que durou o resto da noite: viramos homens aranhas com armas de laser, nos escondendo pelos espaços da enfermaria e mudando um pouco a dinâmica daquela tarde. No fim o menino não nos largava e a nossa entrada de volta para se trocar fez parte do jogo, era um portal mágico de partida! Quando já estávamos com a mascara abaixo e se trocando, o menino, por um deslize da mãe, abre a porta e nos flagra sem o nariz! Após o susto, continuamos por um tempo o jogo até que ele aceitasse nossa partida. Fico com o sorriso sincero daquele menino, que não esqueço mais. Fico também com uma vontade e necessidade de manter minha energia sempre pra cima, o que ainda é bem difícil.
Obrigado! :)))
sábado, 24 de outubro de 2015
Primeiro dia :))))
A primeira atuação começou bem nervosa e ansiosa. Antes de subirmos ao 7 andar do HC, nos encontramos e conversamos um poucos sobre nossas expectativas - eu, carequinha e laurete. No quarto dos enfermeiros, depois das lições pacientes de laurete sobre a maquiagem, a gente sobe a máscara! Primeiro desafio: a chave, carequinha decide que devemos entregar e aí partimos; logo no corredor, as pessoas aparecem e, apesar de já querer interagir com elas, partimos para entregar a chave. Na volta, já iniciamos uma brincadeira com um grupo: o corredor virou uma passarela. Vamos, então, ao primeiro quarto, um paciente, que eu já conhecia, com Down; apesar das altas expectativas por encontro, não houve! Saí um pouco menos energizado - Levanta! Continuamos procurando um encontro, a cada quarto que passávamos nada acontecia. Até chegarmos a um quarto de duas senhoras, depois de alguns minutos de conversa, o quarto virou uma pista de dança, carequinha tentava me ensinar a dançar e eu acabava seguindo as dicas dele bem literalmente (dois passos pro lado e dois pro outro como se estivesse escorregando, e eu escorregava no chão feito uma lesma, como se estivesse se coçando, e parecia um louco se coçando...), nisso as duas pacientes já estavam gargalhando. Aí quando tentamos um passo conjunto veio o acidente, mas o melhor momento do dia - chutei a canela de carequinha totalmente sem querer e da dor dele veio o riso de todos. Depois de tanta energia, continuamos. Entramos em um quarto bem familiar - de uma paciente que estou conversando para o relatório de dpp - me lembrava que uma das companheiras de quarto dela sofria de muita dor, eu só não sabia que aquilo acabava a deixando tão amargurada. Essa senhora, apesar de parecer entrar no jogo, nos tratou bastante mal a ponto de xingar, saí do quarto com a energia bem pra baixo. Continuamos e uma das mulheres do quarto onde dançamos nos chama de volta, mais dança! Dessa vez era pra a terceira companheira do quarto.
Continuamos entrando em outros quartos, em um deles um filme que passava numa televisão chamou mais atenção e, apesar de nos chamarem ao quarto, não houve encontro.
O saldo bom do dia para mim foi a capacidade minha e de carequinha de sintonizar as brincadeiras, conseguindo entrar no jogo do outro. Infelizmente preciso aprender a transformar a energia baixa de alguns pacientes em mais energia para mim, mas ainda é complicado. Também fiquei impressionado como nos momentos de maior expectativa nada acontece! :// Os constantes pedidos de fotos acabam também quebrando a dinâmica e a energia...
Já to ansioso pra mais heheheh :)))
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